David Castilho
EQUIPE
29/08/2026 • 08:01
Vamos abordar um pouco sobre bursite trocantérica, um quadro inflamatório das bursas localizadas próximas ao trocanter maior do fêmur. Ela pode ser causada por sobrecarga, traumas, doenças degenerativas ou inflamatórias, além da obesidade e alterações biomecânicas, como desigualdade de membros.
Analisando as assertivas:
A I está correta ao mencionar a importância de considerar o IMC e a idade do paciente, pois ambos são relevantes para o risco e evolução da bursite.
A II também está correta: história clínica detalhada, incluindo patologias prévias (como coluna lombar e cirurgias), quedas e traumas ajudam a identificar fatores causais para a bursite.
A III apresenta informações parcialmente corretas. A parte sobre inspeção e sinais inflamatórios está ok, assim como investigar desigualdade de membros. Mas, a atrofia do quadríceps e da região glútea em casos crônicos de bursite trocantérica é pouco comum – a atrofia geralmente ocorre em patologias mais graves ou associadas à imobilização prolongada, o que não é rotineiro na bursite.
A IV está errada. O local de maior dor à palpação na bursite trocantérica é geralmente sobre o trocanter maior (e não anteriormente a ele), e não há relação direta com tendinite do quadrado lombar, que é um músculo da região lombar e não do quadril; além disso, a sensibilidade costuma estar aumentada (hipersensibilidade), não diminuída (hipossensibilidade).
A V também está errada. Na bursite trocantérica, a dor costuma ser desencadeada pelos movimentos de abdução ativa, principalmente contra resistência, e a rotação interna ou externa pode ser dolorosa, mas a afirmação de que a dor diminui na abdução (ao invés de piorar) está equivocada. O sinal de Trendelenburg pode ser positivo, indicando fraqueza de glúteo médio. A marcha pode mostrar claudicação ou alteração.
A VI está correta: a baropodometria é um exame moderno que ajuda a identificar alterações na distribuição de pressão plantar e possíveis causas biomecânicas para a bursite.
Portanto, apenas as assertivas I, II, III e VI estão corretas. Isso corresponde à alternativa b.
Gabarito: b
Analisando as assertivas:
A I está correta ao mencionar a importância de considerar o IMC e a idade do paciente, pois ambos são relevantes para o risco e evolução da bursite.
A II também está correta: história clínica detalhada, incluindo patologias prévias (como coluna lombar e cirurgias), quedas e traumas ajudam a identificar fatores causais para a bursite.
A III apresenta informações parcialmente corretas. A parte sobre inspeção e sinais inflamatórios está ok, assim como investigar desigualdade de membros. Mas, a atrofia do quadríceps e da região glútea em casos crônicos de bursite trocantérica é pouco comum – a atrofia geralmente ocorre em patologias mais graves ou associadas à imobilização prolongada, o que não é rotineiro na bursite.
A IV está errada. O local de maior dor à palpação na bursite trocantérica é geralmente sobre o trocanter maior (e não anteriormente a ele), e não há relação direta com tendinite do quadrado lombar, que é um músculo da região lombar e não do quadril; além disso, a sensibilidade costuma estar aumentada (hipersensibilidade), não diminuída (hipossensibilidade).
A V também está errada. Na bursite trocantérica, a dor costuma ser desencadeada pelos movimentos de abdução ativa, principalmente contra resistência, e a rotação interna ou externa pode ser dolorosa, mas a afirmação de que a dor diminui na abdução (ao invés de piorar) está equivocada. O sinal de Trendelenburg pode ser positivo, indicando fraqueza de glúteo médio. A marcha pode mostrar claudicação ou alteração.
A VI está correta: a baropodometria é um exame moderno que ajuda a identificar alterações na distribuição de pressão plantar e possíveis causas biomecânicas para a bursite.
Portanto, apenas as assertivas I, II, III e VI estão corretas. Isso corresponde à alternativa b.
Gabarito: b