Equipe Gabarite
EQUIPE
28/08/2026 • 20:01
Vamos analisar os conceitos de seleção de instrumentos, ângulos de trabalho e princípios operatórios na raspagem e desbridamento periodontal, tema central para quem trabalha com periodontia tanto na clínica geral quanto na especialização. Essas técnicas são responsáveis pela efetividade e pela segurança do procedimento e determinam o sucesso na remoção do biofilme e do cálculo.
Letra a: A afirmação está errada ao indicar que o melhor ângulo de trabalho para curetas subgengivais é 30–40°. Na verdade, ângulos entre 45° e 90°, preferencialmente em torno de 70°–80°, são recomendados para raspagem eficaz; ângulos muito pequenos apenas polem a superfície, enquanto ângulos maiores são os que removem de fato o cálculo.
Letra b: Foices e enxadas têm ponta cortante e, por isso, não são indicadas para bolsas profundas e estreitas, pois aumentam o risco de trauma à parede da bolsa, sendo as curetas que possuem a ponta arredondada e são apropriadas para essas situações. O item está errado.
Letra c: O ângulo entre face e verso na afiação de curetas tradicionalmente é 70°, e não 90°. O ângulo de 90° existe apenas entre face e superfície lateral de fábrica; na afiação, mantemos próximo de 70°. Item falso.
Letra d: Outra afirmativa incorreta. Instrumentos de aço inoxidável são duros e podem riscar superfícies de implantes (geralmente de titânio). Para implantes, o recomendado são instrumentos de plástico/carbono ou revestidos para evitar dano.
Letra e: Aqui temos a descrição correta da técnica: ao inserir a cureta para raspagem subgengival, a face da lâmina fica paralela à superfície radicular, com pouco contato. Depois, ajusta-se para cerca de 70–80° (ângulo de trabalho) e realiza-se o movimento em direção coronal. Para afiação, idealmente cerca de 70° entre face e superfície lateral. Portanto, alternativa correta é a letra e.
Letra a: A afirmação está errada ao indicar que o melhor ângulo de trabalho para curetas subgengivais é 30–40°. Na verdade, ângulos entre 45° e 90°, preferencialmente em torno de 70°–80°, são recomendados para raspagem eficaz; ângulos muito pequenos apenas polem a superfície, enquanto ângulos maiores são os que removem de fato o cálculo.
Letra b: Foices e enxadas têm ponta cortante e, por isso, não são indicadas para bolsas profundas e estreitas, pois aumentam o risco de trauma à parede da bolsa, sendo as curetas que possuem a ponta arredondada e são apropriadas para essas situações. O item está errado.
Letra c: O ângulo entre face e verso na afiação de curetas tradicionalmente é 70°, e não 90°. O ângulo de 90° existe apenas entre face e superfície lateral de fábrica; na afiação, mantemos próximo de 70°. Item falso.
Letra d: Outra afirmativa incorreta. Instrumentos de aço inoxidável são duros e podem riscar superfícies de implantes (geralmente de titânio). Para implantes, o recomendado são instrumentos de plástico/carbono ou revestidos para evitar dano.
Letra e: Aqui temos a descrição correta da técnica: ao inserir a cureta para raspagem subgengival, a face da lâmina fica paralela à superfície radicular, com pouco contato. Depois, ajusta-se para cerca de 70–80° (ângulo de trabalho) e realiza-se o movimento em direção coronal. Para afiação, idealmente cerca de 70° entre face e superfície lateral. Portanto, alternativa correta é a letra e.