David Castilho
EQUIPE
28/08/2026 • 20:01
Quando falamos do manejo clínico e odontológico de pessoas com paralisia cerebral, precisamos entender que esses pacientes apresentam limitações motoras e, muitas vezes, dificuldade no controle de músculos da face e da garganta. Portanto, é necessário adotar estratégias que priorizem sua segurança e conforto durante o atendimento odontológico.
Vamos examinar as alternativas. A letra 'a' recomenda posicionar todos os usuários em decúbito quase horizontal, inclusive para quem tem risco de broncoaspiração. Isso é perigoso! Pacientes com risco elevado de engasgos precisam de uma posição mais verticalizada justamente para evitar a aspiração de saliva ou resíduos.
A alternativa 'b' fala sobre contenção física sem consentimento dos responsáveis. Essa prática viola princípios éticos, legais e do Estatuto da Pessoa com Deficiência; nunca deve ser realizada sem autorização adequada e apenas em condições muito específicas.
Na letra 'c', temos a orientação de manter o encosto mais verticalizado possível em pacientes com risco de broncoaspiração, usar sugador de alta potência, evitar movimentos bruscos e estímulos inesperados, e empregar dispositivos auxiliares de posicionamento quando necessário. Essa alternativa está correta, pois reúne práticas recomendadas e seguras para esse grupo de pacientes.
A opção 'd' sugere minimizar a participação de familiares/cuidadores e menospreza a higiene domiciliar. Isso vai contra as recomendações atuais, que valorizam a integração de todos nesses processos.
Por fim, a letra 'e' recomenda consultas longas. Pelo contrário: elas devem ser mais curtas e adaptadas para respeitar os limites do paciente, promovendo adaptação progressiva e evitando sobrecarga.
Portanto, a correta é a alternativa 'c'.
Vamos examinar as alternativas. A letra 'a' recomenda posicionar todos os usuários em decúbito quase horizontal, inclusive para quem tem risco de broncoaspiração. Isso é perigoso! Pacientes com risco elevado de engasgos precisam de uma posição mais verticalizada justamente para evitar a aspiração de saliva ou resíduos.
A alternativa 'b' fala sobre contenção física sem consentimento dos responsáveis. Essa prática viola princípios éticos, legais e do Estatuto da Pessoa com Deficiência; nunca deve ser realizada sem autorização adequada e apenas em condições muito específicas.
Na letra 'c', temos a orientação de manter o encosto mais verticalizado possível em pacientes com risco de broncoaspiração, usar sugador de alta potência, evitar movimentos bruscos e estímulos inesperados, e empregar dispositivos auxiliares de posicionamento quando necessário. Essa alternativa está correta, pois reúne práticas recomendadas e seguras para esse grupo de pacientes.
A opção 'd' sugere minimizar a participação de familiares/cuidadores e menospreza a higiene domiciliar. Isso vai contra as recomendações atuais, que valorizam a integração de todos nesses processos.
Por fim, a letra 'e' recomenda consultas longas. Pelo contrário: elas devem ser mais curtas e adaptadas para respeitar os limites do paciente, promovendo adaptação progressiva e evitando sobrecarga.
Portanto, a correta é a alternativa 'c'.