Equipe Gabarite
EQUIPE
28/08/2026 • 20:01
Vamos discutir um tema fundamental da odontologia preventiva: qual é a relação entre a força empregada na escovação dos dentes, a remoção de placa bacteriana e os possíveis danos causados aos tecidos bucais. Muita gente acha que quanto mais forte escovar, mais limpos ficam os dentes, mas será que isso é verdade?
A alternativa A afirma que maior força sempre traz maior eficácia sem limite e que o dano gengival cresce linearmente, mas isso não é correto, pois existe sim um ponto de platô de eficácia – aumentos além de certo nível não só não tiram mais placa, como podem ferir os tecidos.
A alternativa B diz que escovas elétricas exigem mais força, mas isso também está errado, pois justamente um dos benefícios das elétricas é que operam eficazmente com menos força.
Na C, está dito que, ao usar manualmente sem pasta, mesmo mudando a rigidez das cerdas, não haveria diferença na abrasão, o que não é verdade, já que a rigidez das cerdas também impacta o desgaste dos tecidos bucais.
Já a D parte de um número (2,0 N) e afirma que acima disso a força por si só explica todas as lesões, ignorando fatores como técnica, tempo e frequência, o que não corresponde ao que já se sabe na literatura sobre o assunto.
Por fim, a alternativa E acerta ao dizer que a eficácia da escovação manual chega até cerca de 4,0 N e depois pode até diminuir porque as cerdas se deformam; o melhor desempenho fica em torno de 300 g (cerca de 3 Newtons), e escovas elétricas funcionam com menos força, sem vantagem relevante acima de 1,5 N. Isso está de acordo com pesquisas atuais.
Portanto, a resposta correta é a letra E.
A alternativa A afirma que maior força sempre traz maior eficácia sem limite e que o dano gengival cresce linearmente, mas isso não é correto, pois existe sim um ponto de platô de eficácia – aumentos além de certo nível não só não tiram mais placa, como podem ferir os tecidos.
A alternativa B diz que escovas elétricas exigem mais força, mas isso também está errado, pois justamente um dos benefícios das elétricas é que operam eficazmente com menos força.
Na C, está dito que, ao usar manualmente sem pasta, mesmo mudando a rigidez das cerdas, não haveria diferença na abrasão, o que não é verdade, já que a rigidez das cerdas também impacta o desgaste dos tecidos bucais.
Já a D parte de um número (2,0 N) e afirma que acima disso a força por si só explica todas as lesões, ignorando fatores como técnica, tempo e frequência, o que não corresponde ao que já se sabe na literatura sobre o assunto.
Por fim, a alternativa E acerta ao dizer que a eficácia da escovação manual chega até cerca de 4,0 N e depois pode até diminuir porque as cerdas se deformam; o melhor desempenho fica em torno de 300 g (cerca de 3 Newtons), e escovas elétricas funcionam com menos força, sem vantagem relevante acima de 1,5 N. Isso está de acordo com pesquisas atuais.
Portanto, a resposta correta é a letra E.