Matheus Fernandes
EQUIPE
28/08/2026 • 20:01
Vamos conversar um pouco sobre a tomografia computadorizada de feixe cônico, também conhecida como CBCT (Cone Beam Computed Tomography). Esta tecnologia foi introduzida, principalmente, para uso odontológico e possui características bem específicas quando comparada à tomografia convencional.
Analisando as opções, a letra A está errada porque a dose efetiva do CBCT costuma ser menor do que a da TC convencional de cabeça e pescoço, especialmente em exames com campos de visão restritos – ou seja, ela oferece sim cenários para redução de dose.
Sobre a alternativa B, está equivocada porque, embora o CBCT ofereça boa visualização de tecidos ósseos, seu contraste para tecidos moles é inferior ao da TC convencional: a principal vantagem está na resolução espacial, não no contraste entre tecidos moles.
A alternativa C diz que a resolução espacial é submilimétrica em todos os planos e que alguns equipamentos alcançam voxels entre 0,076–0,125 mm. Isso está correto. Essa alta resolução espacial, especialmente em relação ao tamanho do voxel, torna o CBCT ótimo para avaliação de detalhes finos, como espaço periodontal e fraturas radiculares.
Já a letra D é incorreta, pois o ruído devido à radiação espalhada pode ser relevante, especialmente quando se usa campos de visão maiores. Recomenda-se justamente FOVs (campos de visão) adequados ao tamanho da região de interesse para minimizar a radiação desnecessária e o ruído.
Por fim, a letra E não condiz com a realidade: o CBCT pode ser instalado em consultórios odontológicos por exigir salas menores do que a TC convencional e costuma ser mais acessível em termos de custo e instalação.
Portanto, a alternativa correta é a letra C.
Analisando as opções, a letra A está errada porque a dose efetiva do CBCT costuma ser menor do que a da TC convencional de cabeça e pescoço, especialmente em exames com campos de visão restritos – ou seja, ela oferece sim cenários para redução de dose.
Sobre a alternativa B, está equivocada porque, embora o CBCT ofereça boa visualização de tecidos ósseos, seu contraste para tecidos moles é inferior ao da TC convencional: a principal vantagem está na resolução espacial, não no contraste entre tecidos moles.
A alternativa C diz que a resolução espacial é submilimétrica em todos os planos e que alguns equipamentos alcançam voxels entre 0,076–0,125 mm. Isso está correto. Essa alta resolução espacial, especialmente em relação ao tamanho do voxel, torna o CBCT ótimo para avaliação de detalhes finos, como espaço periodontal e fraturas radiculares.
Já a letra D é incorreta, pois o ruído devido à radiação espalhada pode ser relevante, especialmente quando se usa campos de visão maiores. Recomenda-se justamente FOVs (campos de visão) adequados ao tamanho da região de interesse para minimizar a radiação desnecessária e o ruído.
Por fim, a letra E não condiz com a realidade: o CBCT pode ser instalado em consultórios odontológicos por exigir salas menores do que a TC convencional e costuma ser mais acessível em termos de custo e instalação.
Portanto, a alternativa correta é a letra C.