Marcos de Castro
EQUIPE
28/08/2026 • 11:01
Vamos analisar primeiro o quadro apresentado. Temos uma mulher jovem, com sintomas clássicos de anemia: fadiga, palidez e falta de energia. Os dados do hemograma mostram hemácias, hemoglobina e hematócrito abaixo do normal, ou seja, temos anemia instalada. Agora, olhando o VCM (volume corpuscular médio) de 72 fL, ele aponta para uma anemia microcítica (VCM normal seria entre 80 e 100). O HCM e o CHCM estão abaixo do normal, indicando que é também uma anemia hipocrômica (menor quantidade de hemoglobina nas hemácias). O RDW está aumentado (18%), mostrando que há uma grande variação no tamanho das hemácias (anisocitose), o que é muito característico da anemia ferropriva, aquela causada pela carência de ferro.
A contagem de plaquetas está aumentada, o que pode ser visto em anemias ferroprivas devido à reação medular ao déficit do ferro. O leucograma está normal. Já as alternativas: a alternativa A sugere anemia hemolítica, que se caracteriza por reticulocitose e bilirrubina indireta alta, mas, geralmente, apresenta VCM normal ou aumentado e não microcitose. A alternativa C descreve anemia megaloblástica, que seria macrocítica e hipercrômica, diferente do caso apresentado. A alternativa D afirma que o hemograma está normal, o que não é verdade. Sobra, portanto, a alternativa B, que cita a clássica tríade: microcitose, hipocromia e anisocitose. Esse é o padrão da anemia ferropriva — a carência de ferro é, de longe, a causa mais comum desse tipo de anemia.
Portanto, o diagnóstico laboratorial mais provável é anemia ferropriva, como diz a alternativa B.
A contagem de plaquetas está aumentada, o que pode ser visto em anemias ferroprivas devido à reação medular ao déficit do ferro. O leucograma está normal. Já as alternativas: a alternativa A sugere anemia hemolítica, que se caracteriza por reticulocitose e bilirrubina indireta alta, mas, geralmente, apresenta VCM normal ou aumentado e não microcitose. A alternativa C descreve anemia megaloblástica, que seria macrocítica e hipercrômica, diferente do caso apresentado. A alternativa D afirma que o hemograma está normal, o que não é verdade. Sobra, portanto, a alternativa B, que cita a clássica tríade: microcitose, hipocromia e anisocitose. Esse é o padrão da anemia ferropriva — a carência de ferro é, de longe, a causa mais comum desse tipo de anemia.
Portanto, o diagnóstico laboratorial mais provável é anemia ferropriva, como diz a alternativa B.