Marcos de Castro
EQUIPE
28/08/2026 • 01:01
Vamos analisar a situação apresentada, que envolve o comportamento de um agente público diante dos princípios da ética na função pública. O agente, mantendo relação pessoal com um fornecedor, fornece antecipadamente informações privilegiadas sobre o cronograma de pagamentos e, além disso, solicita prioridade para o fornecedor sem qualquer fundamento normativo ou objetivo.
No contexto da ética na administração pública, destaca-se o princípio da impessoalidade – não se deve favorecer ou prejudicar pessoas em razão de relações pessoais. Além disso, é vedado o uso indevido de informações privilegiadas com o objetivo de beneficiar terceiros. A conduta descrita viola claros preceitos éticos, mesmo que a despesa estivesse corretamente liquidada, pois o agente utilizou sua posição e informações internas para favorecer um conhecido, prejudicando o tratamento igualitário em relação aos demais credores.
Portanto, a conduta NÃO é compatível com a ética pública, sendo a alternativa correta a letra 'Errado'.
No contexto da ética na administração pública, destaca-se o princípio da impessoalidade – não se deve favorecer ou prejudicar pessoas em razão de relações pessoais. Além disso, é vedado o uso indevido de informações privilegiadas com o objetivo de beneficiar terceiros. A conduta descrita viola claros preceitos éticos, mesmo que a despesa estivesse corretamente liquidada, pois o agente utilizou sua posição e informações internas para favorecer um conhecido, prejudicando o tratamento igualitário em relação aos demais credores.
Portanto, a conduta NÃO é compatível com a ética pública, sendo a alternativa correta a letra 'Errado'.