David Castilho
EQUIPE
27/08/2026 • 18:31
Vamos analisar a questão. Ela apresenta um longo texto que aborda a tese do historiador Peter Jones sobre o burnout (esgotamento mental) e suas origens históricas, remontando ao conceito medieval de acídia, estudado por João Cassiano. O texto trata de como sentimentos de cansaço extremo, desesperança e paralisia mental já eram conhecidos na Idade Média e debatidos pelos chamados padres-terapeutas. Também menciona as vivências pessoais de Jones na Sibéria, as comparações entre os sentimentos antigos e modernos, e a proposta de que o sofrimento não é exclusivo dos dias de hoje, além de abordar os sete pecados capitais e estratégias medievais para lidar com o esgotamento.
Agora, vamos checar cada alternativa. A opção A diz que a ideia secundária é a pesquisa de Peter Jones, que revela que o esgotamento descrito por João Cassiano tem os mesmos sintomas do burnout reconhecido pela OMS. Embora o texto mostre sim essa comparação, ela é apresentada como contexto para validar a tese principal, não como simples ideia secundária isolada. A alternativa está ligeiramente equivocada, pois a pesquisa do Jones sustenta a ideia central do texto, não a secundária.
A opção B diz que a ideia principal é demonstrar que a metáfora dos jebuseus propõe a eliminação completa dos sentimentos negativos como caminho para superar a acídia. Isso está incorreto, pois o texto diz justamente o contrário: a metáfora sugere aprender a conviver com esses sentimentos, não eliminá-los completamente.
A opção C afirma que constitui ideia implícita que a experiência de Peter Jones na Sibéria favoreceu sua identificação com os relatos medievais sobre acídia e reforçou a percepção de que o sofrimento psíquico acompanha diferentes épocas. Essa alternativa pode ser considerada correta, pois o texto relata que Jones só entendeu plenamente a acídia a partir de sua própria experiência de sofrimento moderno. Ele percebeu que o sofrimento é um fenômeno humano recorrente, não restrito ao passado ou ao presente.
A opção D menciona que os sete pecados capitais são hoje usados por profissionais de saúde mental como ferramenta diagnóstica, o que não é afirmado nem inferido no texto. O texto deixa claro que os sete pecados foram criados no início do cristianismo como uma ferramenta para pensar os problemas da mente, mas não fala que eles têm função clínica atualmente.
Assim, a alternativa correta é a C.
Agora, vamos checar cada alternativa. A opção A diz que a ideia secundária é a pesquisa de Peter Jones, que revela que o esgotamento descrito por João Cassiano tem os mesmos sintomas do burnout reconhecido pela OMS. Embora o texto mostre sim essa comparação, ela é apresentada como contexto para validar a tese principal, não como simples ideia secundária isolada. A alternativa está ligeiramente equivocada, pois a pesquisa do Jones sustenta a ideia central do texto, não a secundária.
A opção B diz que a ideia principal é demonstrar que a metáfora dos jebuseus propõe a eliminação completa dos sentimentos negativos como caminho para superar a acídia. Isso está incorreto, pois o texto diz justamente o contrário: a metáfora sugere aprender a conviver com esses sentimentos, não eliminá-los completamente.
A opção C afirma que constitui ideia implícita que a experiência de Peter Jones na Sibéria favoreceu sua identificação com os relatos medievais sobre acídia e reforçou a percepção de que o sofrimento psíquico acompanha diferentes épocas. Essa alternativa pode ser considerada correta, pois o texto relata que Jones só entendeu plenamente a acídia a partir de sua própria experiência de sofrimento moderno. Ele percebeu que o sofrimento é um fenômeno humano recorrente, não restrito ao passado ou ao presente.
A opção D menciona que os sete pecados capitais são hoje usados por profissionais de saúde mental como ferramenta diagnóstica, o que não é afirmado nem inferido no texto. O texto deixa claro que os sete pecados foram criados no início do cristianismo como uma ferramenta para pensar os problemas da mente, mas não fala que eles têm função clínica atualmente.
Assim, a alternativa correta é a C.