No trecho “A nova assimetria não separa mais quem lê de quem não lê, mas dist...

No trecho “A nova assimetria não separa mais quem lê de quem não lê, mas distingue o leitor que consegue reconstruir o percurso lógico de um enunciado daquele que tende a aceitar a fluidez de uma r...


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Leia o texto, que se aplica à questão:


Inteligência Artificial


Plausível, mas não compreendido: o leitor na era da automação do sentido


A dificuldade contemporânea já não está em acessar informação, nem apenas em desconfiar dela. O problema tornou-se mais profundo: interpretar adequadamente o que se lê em um ambiente de respostas instantâneas e processos opacos.


O que emerge desse cenário é uma nova assimetria cognitiva. Historicamente, as assimetrias de informação baseavam-se na exclusão digital, no abismo entre quem detinha o acesso ao dado e quem dele era privado. Hoje, a desigualdade se desloca do acesso para a inteligibilidade. A nova assimetria não separa mais quem lê de quem não lê, mas distingue o leitor que consegue reconstruir o percurso lógico de um enunciado daquele que tende a aceitar a fluidez de uma resposta sintética como evidência de verdade. É a distância entre o consumo da forma e a compreensão da substância. (Suzy Azevedo)


Disponível em: https://www.observatoriodaimprensa.com.br/inteligencia-artificial/plausivel-mas-nao- -compreendido-o-leitor-na-era-da-automacao-do-sentido/
No trecho “A nova assimetria não separa mais quem lê de quem não lê, mas distingue o leitor que consegue reconstruir o percurso lógico de um enunciado daquele que tende a aceitar a fluidez de uma resposta sintética como evidência de verdade”, a conjunção “mas” estabelece, no contexto, uma relação de
Analisando...
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