Durante o plantão noturno em uma unidade de
terapia intensiva oncológica, um paciente em nutrição
parenteral total (NPT), com cateter venoso central de
inserção subclávia, evolui com febre persistente
(38,7 °C), dor torácica à inspiração profunda,
hipotensão leve e eritema ao redor do ponto de
inserção do cateter. O enfermeiro identifica ainda
rigidez do trajeto venoso, turvação do infundido e
presença de secreção seropurulenta no curativo.
Considerando os critérios do CDC para diagnóstico de
infecção primária de corrente sanguínea (IPCS)
relacionada ao uso de CVC, os protocolos clínicos de
segurança do paciente (MS e ANVISA), as atribuições
técnicas do enfermeiro frente à detecção precoce de
complicações infecciosas e as obrigações de
notificação e intervenção, qual conduta é tecnicamente
mais precisa e legalmente respaldada?
a) Realizar troca imediata do cateter por nova
punção de emergência, sob técnica asséptica,
e iniciar antibioticoterapia empírica com base
em prescrição padrão pré-aprovada pela
comissão de controle de infecção hospitalar.
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b) Manter a via em uso até liberação de
hemoculturas, reforçar o curativo com gaze
estéril, registrar intercorrência e solicitar
orientação à equipe médica no próximo turno.
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c) Realizar troca do curativo com técnica de
antissepsia dupla e aplicar pomada antibiótica
tópica, mantendo vigilância ativa sem
interrupção da infusão da NPT, até avaliação
médica presencial.
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d) Retirar o cateter sem prescrição, com base na
clínica infecciosa e nos protocolos
internacionais de retirada segura, iniciando
monitorização para sepse de foco
desconhecido.
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e) Comunicar prontamente a equipe médica,
suspender infusão da NPT, coletar culturas de
ponta de cateter e sangue periférico, e iniciar
plano de cuidados para sepse relacionada à
corrente sanguínea.
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