Ingrid Nunes
EQUIPE
17/09/2026 • 09:02
Quando falamos de atendimento inicial a um paciente com suspeita de acidente vascular cerebral (AVC), o tempo é um fator crucial, pois a janela para tratamentos específicos, como a trombólise, é limitada, geralmente até 4,5 horas do início dos sintomas. Por isso, algumas condutas são prioritárias para garantir um diagnóstico rápido e eficiente.
O primeiro passo é determinar o horário exato do início dos sintomas, porque isso vai orientar a possibilidade dos tratamentos. Em seguida, verificar a glicemia capilar é fundamental, já que alterações metabólicas, como hipoglicemia, podem simular um AVC e precisam ser corrigidas rapidamente. Aplicar uma escala neurológica, como a escala NIHSS, ajuda na avaliação da gravidade e no monitoramento do paciente. E, por fim, realizar a tomografia de crânio sem contraste é imprescindível para distinguir entre AVC isquêmico e hemorrágico, orientando o tratamento adequado o mais rápido possível.
Analisando as alternativas, a letra d) traz essa sequência correta e atualizada do atendimento inicial ao AVC, ressaltando a urgência em realizar a tomografia sem contraste. As outras opções apresentam condutas inadequadas, como aguardar estabilização antes da imagem, iniciar antiagregante sem confirmar o tipo de AVC, ou ofertar oxigênio de rotina desnecessariamente.
Portanto, a alternativa correta é a letra d).
O primeiro passo é determinar o horário exato do início dos sintomas, porque isso vai orientar a possibilidade dos tratamentos. Em seguida, verificar a glicemia capilar é fundamental, já que alterações metabólicas, como hipoglicemia, podem simular um AVC e precisam ser corrigidas rapidamente. Aplicar uma escala neurológica, como a escala NIHSS, ajuda na avaliação da gravidade e no monitoramento do paciente. E, por fim, realizar a tomografia de crânio sem contraste é imprescindível para distinguir entre AVC isquêmico e hemorrágico, orientando o tratamento adequado o mais rápido possível.
Analisando as alternativas, a letra d) traz essa sequência correta e atualizada do atendimento inicial ao AVC, ressaltando a urgência em realizar a tomografia sem contraste. As outras opções apresentam condutas inadequadas, como aguardar estabilização antes da imagem, iniciar antiagregante sem confirmar o tipo de AVC, ou ofertar oxigênio de rotina desnecessariamente.
Portanto, a alternativa correta é a letra d).