Equipe Gabarite
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17/09/2026 • 09:02
Vamos falar um pouco sobre a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que é o documento que orienta a organização do cuidado na Atenção Básica do SUS. Um dos pontos centrais dessa política é a territorialização, ou seja, conhecer o território e a população adscrita para planejar e executar ações de forma integrada. A PNAB também preconiza a revisão dos fluxos de cuidado, o trabalho conjunto das ações assistenciais com as de vigilância em saúde, e o acompanhamento mais atento das pessoas com maior vulnerabilidade, especialmente aquelas com condições crônicas, que demandam cuidados continuados.
Analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala em concentrar o seguimento clínico em usuários estratificados e encaminhar casos instáveis à rede especializada, o que está correto, mas a parte de manter vigilância vinculada à gestão municipal está vaga e não trata da integração assistencial com vigilância e do trabalho no território para acompanhar os usuários mais vulneráveis.
A alternativa (b) traz os elementos centrais da PNAB: territorializar a população adscrita, revisar fluxos de cuidado, integrar ações assistenciais e de vigilância, e acompanhar usuários com maior vulnerabilidade. Isso está alinhado com a política.
A alternativa (c) cita ampliar agenda programada, mas priorizar atendimentos de demanda espontânea contraria o foco na atenção planejada e organizada. Utilizar indicadores epidemiológicos para justificar encaminhamentos é correto, mas a priorização da demanda espontânea não é recomendada como forma de organização do cuidado.
A alternativa (d) fala em organizar grupos prioritários e monitorar faltosos, o que é importante, mas a transferência dos casos complexos para serviços de referência deve ser pactuada e realizada com a integração de cuidado, não apenas uma transferência simples. Além disso, não menciona a integração com vigilância e a territorialização.
Portanto, a opção que melhor sintetiza a organização do cuidado segundo a PNAB é a letra (b).
Analisando as alternativas:
A alternativa (a) fala em concentrar o seguimento clínico em usuários estratificados e encaminhar casos instáveis à rede especializada, o que está correto, mas a parte de manter vigilância vinculada à gestão municipal está vaga e não trata da integração assistencial com vigilância e do trabalho no território para acompanhar os usuários mais vulneráveis.
A alternativa (b) traz os elementos centrais da PNAB: territorializar a população adscrita, revisar fluxos de cuidado, integrar ações assistenciais e de vigilância, e acompanhar usuários com maior vulnerabilidade. Isso está alinhado com a política.
A alternativa (c) cita ampliar agenda programada, mas priorizar atendimentos de demanda espontânea contraria o foco na atenção planejada e organizada. Utilizar indicadores epidemiológicos para justificar encaminhamentos é correto, mas a priorização da demanda espontânea não é recomendada como forma de organização do cuidado.
A alternativa (d) fala em organizar grupos prioritários e monitorar faltosos, o que é importante, mas a transferência dos casos complexos para serviços de referência deve ser pactuada e realizada com a integração de cuidado, não apenas uma transferência simples. Além disso, não menciona a integração com vigilância e a territorialização.
Portanto, a opção que melhor sintetiza a organização do cuidado segundo a PNAB é a letra (b).