Equipe Gabarite
EQUIPE
17/09/2026 • 09:02
Vamos falar sobre um tema muito importante e delicado: a atuação da equipe de enfermagem durante o protocolo de morte encefálica, especialmente no contato com a família do paciente. Este momento exige muita sensibilidade, ética e clareza na comunicação, pois a família está lidando com uma situação de perda, dúvidas e decisões difíceis.
O papel da equipe de enfermagem é fornecer apoio, responder dúvidas com informações corretas dentro do seu campo de atuação, garantir o conforto do paciente e colaborar com a equipe médica. É fundamental que os profissionais não façam promessas ou tomem decisões que não sejam de sua competência, como definir a irreversibilidade do quadro, que é responsabilidade médica, ou discutir diretamente sobre doação de órgãos sem o correto encaminhamento.
Analisando as alternativas:
A alternativa A sugere que se deve explicar que a irreversibilidade será definida pela equipe médica, reduzir intervenções invasivas e preservar o conforto até a decisão familiar. Essa opção traz uma ideia importante, porém há um erro: a decisão familiar não define a morte encefálica, mas pode referir-se à decisão sobre doação. Além disso, o termo "reduzir intervenções invasivas" pode ser confuso, pois durante o protocolo o paciente deve receber suporte rigoroso para manter os órgãos preservados.
A alternativa B fala em orientar que o suporte ventilatório mantém sinais vitais artificiais, discutir doação e registrar a concordância preliminar dos familiares. Apesar de correto dizer que o suporte mantém sinais vitais artificiais, não é função da equipe de enfermagem discutir a doação, que é uma atribuição médica e da equipe de captação, além de que a concordância preliminar não deve ser pressionada à família.
A alternativa C informa que o protocolo avalia critérios neurológicos definidos, que os cuidados prescritos devem ser mantidos e que intercorrências clínicas relevantes devem ser registradas. Essa resposta está alinhada com práticas corretas: informar sobre o protocolo e seu objetivo, manter os cuidados e registro rigoroso das condições clínicas.
A alternativa D sugere aguardar conclusão do protocolo para registrar alterações assistenciais, evitando informações parciais. Porém, é fundamental que toda alteração relevante seja registrada imediatamente para garantir segurança e transparência no cuidado, portanto essa alternativa não está adequada.
Logo, considerando todo o contexto ético e prático, a alternativa correta é a C.
O papel da equipe de enfermagem é fornecer apoio, responder dúvidas com informações corretas dentro do seu campo de atuação, garantir o conforto do paciente e colaborar com a equipe médica. É fundamental que os profissionais não façam promessas ou tomem decisões que não sejam de sua competência, como definir a irreversibilidade do quadro, que é responsabilidade médica, ou discutir diretamente sobre doação de órgãos sem o correto encaminhamento.
Analisando as alternativas:
A alternativa A sugere que se deve explicar que a irreversibilidade será definida pela equipe médica, reduzir intervenções invasivas e preservar o conforto até a decisão familiar. Essa opção traz uma ideia importante, porém há um erro: a decisão familiar não define a morte encefálica, mas pode referir-se à decisão sobre doação. Além disso, o termo "reduzir intervenções invasivas" pode ser confuso, pois durante o protocolo o paciente deve receber suporte rigoroso para manter os órgãos preservados.
A alternativa B fala em orientar que o suporte ventilatório mantém sinais vitais artificiais, discutir doação e registrar a concordância preliminar dos familiares. Apesar de correto dizer que o suporte mantém sinais vitais artificiais, não é função da equipe de enfermagem discutir a doação, que é uma atribuição médica e da equipe de captação, além de que a concordância preliminar não deve ser pressionada à família.
A alternativa C informa que o protocolo avalia critérios neurológicos definidos, que os cuidados prescritos devem ser mantidos e que intercorrências clínicas relevantes devem ser registradas. Essa resposta está alinhada com práticas corretas: informar sobre o protocolo e seu objetivo, manter os cuidados e registro rigoroso das condições clínicas.
A alternativa D sugere aguardar conclusão do protocolo para registrar alterações assistenciais, evitando informações parciais. Porém, é fundamental que toda alteração relevante seja registrada imediatamente para garantir segurança e transparência no cuidado, portanto essa alternativa não está adequada.
Logo, considerando todo o contexto ético e prático, a alternativa correta é a C.