Camila Duarte
EQUIPE
14/09/2026 • 08:02
Quando falamos sobre segurança em sistemas Linux, especialmente em distribuições populares como o Ubuntu, é fundamental entender como o controle de acesso e os privilégios administrativos funcionam. A conta root é a conta administrativa mais poderosa, mas não é recomendado que os administradores façam login diretamente nela. Isso porque usar o usuário root diretamente dificulta a auditoria e o controle dos comandos executados, além de aumentar o risco de erros graves no sistema.
Na prática, o recomendado é que os usuários façam login com suas contas comuns e usem o comando sudo para executar tarefas que requerem privilégios administrativos. O sudo permite que as ações sejam feitas de forma temporária e controlada, além de manter registros (logs) dos comandos executados, o que auxilia na identificação dos responsáveis pelas alterações.
Sobre as outras alternativas: contas comuns geralmente não têm permissão para instalar programas para todos os usuários; essa ação exige privilégios administrativos, geralmente concedidos via sudo. O comando sudo não é uma falha de segurança, muito pelo contrário, é uma ferramenta importante para controlar acessos. O comando runas não é padrão em Linux, e sim em Windows; ele não é equivalente nem está instalado por padrão no Linux.
Portanto, a alternativa correta é a letra d), que reflete a boa prática de usar contas comuns e elevar privilégios apenas quando necessário através do sudo, além de garantir a rastreabilidade das ações no sistema.
Na prática, o recomendado é que os usuários façam login com suas contas comuns e usem o comando sudo para executar tarefas que requerem privilégios administrativos. O sudo permite que as ações sejam feitas de forma temporária e controlada, além de manter registros (logs) dos comandos executados, o que auxilia na identificação dos responsáveis pelas alterações.
Sobre as outras alternativas: contas comuns geralmente não têm permissão para instalar programas para todos os usuários; essa ação exige privilégios administrativos, geralmente concedidos via sudo. O comando sudo não é uma falha de segurança, muito pelo contrário, é uma ferramenta importante para controlar acessos. O comando runas não é padrão em Linux, e sim em Windows; ele não é equivalente nem está instalado por padrão no Linux.
Portanto, a alternativa correta é a letra d), que reflete a boa prática de usar contas comuns e elevar privilégios apenas quando necessário através do sudo, além de garantir a rastreabilidade das ações no sistema.