Marcos de Castro
EQUIPE
01/09/2026 • 16:02
Essa questão aborda o uso dos verbos 'há' e 'havia' nos fragmentos destacados, explorando aspetos de concordância verbal e impessoalidade.
Vamos começar explicando que o verbo 'haver', quando usado no sentido de existir, é um verbo impessoal, ou seja, não tem sujeito e fica sempre na terceira pessoa do singular. Essa característica é importante para analisar as afirmações da questão.
No fragmento A, 'Há vários progressistas...', o verbo 'há' está no sentido de existir, portanto é impessoal e fica na terceira pessoa do singular, independentemente de 'vários progressistas', que é um complemento e não sujeito do verbo. Por isso, a afirmação III está correta. Já a afirmação I está incorreta, pois coloca o verbo como concordando com sujeito, mas ele é impessoal.
No fragmento B, 'havia uma gentileza genuína...', o verbo 'haver' também é impessoal, usado no sentido de existir ou acontecer. Então, 'gentileza genuína' não é sujeito do verbo, que permanece na terceira pessoa do singular. Logo, afirmação II está errada ao dizer que 'havia' é pessoal e concorda com seu suposto sujeito. A afirmação IV também está incorreta, pois chama 'havia' de pessoal com sentido de acontecer — na verdade, continua impessoal.
Por fim, a substituição do verbo 'há' por 'existe' (singular) e 'existem' (plural) depende do contexto. Como 'há' é impessoal, a substituição correta para o plural é 'existem' e para o singular 'existe'. Portanto, a afirmação V está correta em dizer que 'há' pode ser substituído por 'existem', mas não por 'existe' quando o complemento está no plural.
Resumindo, estão corretas as afirmações III e V, portanto a alternativa correta é a letra d).
Vamos começar explicando que o verbo 'haver', quando usado no sentido de existir, é um verbo impessoal, ou seja, não tem sujeito e fica sempre na terceira pessoa do singular. Essa característica é importante para analisar as afirmações da questão.
No fragmento A, 'Há vários progressistas...', o verbo 'há' está no sentido de existir, portanto é impessoal e fica na terceira pessoa do singular, independentemente de 'vários progressistas', que é um complemento e não sujeito do verbo. Por isso, a afirmação III está correta. Já a afirmação I está incorreta, pois coloca o verbo como concordando com sujeito, mas ele é impessoal.
No fragmento B, 'havia uma gentileza genuína...', o verbo 'haver' também é impessoal, usado no sentido de existir ou acontecer. Então, 'gentileza genuína' não é sujeito do verbo, que permanece na terceira pessoa do singular. Logo, afirmação II está errada ao dizer que 'havia' é pessoal e concorda com seu suposto sujeito. A afirmação IV também está incorreta, pois chama 'havia' de pessoal com sentido de acontecer — na verdade, continua impessoal.
Por fim, a substituição do verbo 'há' por 'existe' (singular) e 'existem' (plural) depende do contexto. Como 'há' é impessoal, a substituição correta para o plural é 'existem' e para o singular 'existe'. Portanto, a afirmação V está correta em dizer que 'há' pode ser substituído por 'existem', mas não por 'existe' quando o complemento está no plural.
Resumindo, estão corretas as afirmações III e V, portanto a alternativa correta é a letra d).