Equipe Gabarite
EQUIPE
01/09/2026 • 15:02
O tema da questão trata da qualidade das mudas produzidas em viveiros, especificamente sobre os indicadores morfológicos que apontam para um maior potencial de sobrevivência e vigor após o plantio, assim como algumas práticas de manejo relacionadas à fisiologia vegetal.
Vamos analisar as alternativas:
a) Mudas com crescimento acelerado e tecidos suculentos geralmente são mais suscetíveis a estresses, pois tecidos mais suculentos podem estar menos lignificados e mais frágeis. Embora possam ter alta taxa fotossintética, isso pode não indicar maior adaptação em todos os ambientes; além disso, em ambientes de alta disponibilidade hídrica isso poderia ser vantajoso, porém não é o melhor critério isolado.
b) O diâmetro do coleto é, sim, um dos melhores indicadores da qualidade da muda. Ele reflete tanto reservas de carboidratos quanto a robustez do sistema vascular, o que está fortemente ligado à sobrevivência no campo, geralmente mais do que a altura isolada. Portanto, essa alternativa está correta.
c) A relação altura/diâmetro do coleto (H/DC) ideal é menor, ou seja, mudas mais baixas e robustas são mais resistentes mecanicamente. Uma muda alta e fina é geralmente mais frágil e tem menor resistência mecânica, podendo ser menos eficiente após o transplante, embora possa ter alta fotossíntese inicial, não é indicador desejável de qualidade.
d) Rustificação é um processo de endurecimento da planta para melhorar sua resistência a estresses, e geralmente é desejável em espécies florestais e frutíferas. A redução controlada da oferta hídrica e nutritiva, dentro de limites, não causa danos irreversíveis e prepara a muda para as condições do campo.
e) Manter recipientes em contato direto com o solo visando inoculação por patógenos não é prática recomendada, pois aumenta riscos sanitários e não garante enovelamento radicular natural, que deve ser controlado pelo manejo.
Portanto, a alternativa b é a correta.
Vamos analisar as alternativas:
a) Mudas com crescimento acelerado e tecidos suculentos geralmente são mais suscetíveis a estresses, pois tecidos mais suculentos podem estar menos lignificados e mais frágeis. Embora possam ter alta taxa fotossintética, isso pode não indicar maior adaptação em todos os ambientes; além disso, em ambientes de alta disponibilidade hídrica isso poderia ser vantajoso, porém não é o melhor critério isolado.
b) O diâmetro do coleto é, sim, um dos melhores indicadores da qualidade da muda. Ele reflete tanto reservas de carboidratos quanto a robustez do sistema vascular, o que está fortemente ligado à sobrevivência no campo, geralmente mais do que a altura isolada. Portanto, essa alternativa está correta.
c) A relação altura/diâmetro do coleto (H/DC) ideal é menor, ou seja, mudas mais baixas e robustas são mais resistentes mecanicamente. Uma muda alta e fina é geralmente mais frágil e tem menor resistência mecânica, podendo ser menos eficiente após o transplante, embora possa ter alta fotossíntese inicial, não é indicador desejável de qualidade.
d) Rustificação é um processo de endurecimento da planta para melhorar sua resistência a estresses, e geralmente é desejável em espécies florestais e frutíferas. A redução controlada da oferta hídrica e nutritiva, dentro de limites, não causa danos irreversíveis e prepara a muda para as condições do campo.
e) Manter recipientes em contato direto com o solo visando inoculação por patógenos não é prática recomendada, pois aumenta riscos sanitários e não garante enovelamento radicular natural, que deve ser controlado pelo manejo.
Portanto, a alternativa b é a correta.