Camila Duarte
EQUIPE
30/08/2026 • 15:19
Vamos conversar um pouco sobre fraturas e complicações que podem surgir após a imobilização com gesso. Quando um paciente tem uma fratura diafisária de tíbia e é colocado um aparelho gessado inguinopodálico, a atenção deve estar alerta para sinais que indiquem uma complicação grave. Neste caso, a dor intensa, o edema e a dificuldade para movimentar os dedos do pé são sinais preocupantes.
A síndrome compartimental é uma emergência ortopédica que ocorre quando a pressão dentro de um compartimento muscular aumenta, comprometendo a circulação sanguínea e a função dos nervos. Isso provoca dor intensa, edema e perda de função motora, exatamente o que o paciente está apresentando.
As outras alternativas, como infecção subgessal, lesão nervosa periférica, necrose cutânea por pressão e trombose venosa profunda, apesar de possíveis, não combinam tão bem com o quadro inicial apresentado após 48 horas de gesso, sobretudo com dor intensa e paresia dos dedos do pé.
Portanto, a complicação mais provável, diante desse quadro, é a síndrome compartimental.
A síndrome compartimental é uma emergência ortopédica que ocorre quando a pressão dentro de um compartimento muscular aumenta, comprometendo a circulação sanguínea e a função dos nervos. Isso provoca dor intensa, edema e perda de função motora, exatamente o que o paciente está apresentando.
As outras alternativas, como infecção subgessal, lesão nervosa periférica, necrose cutânea por pressão e trombose venosa profunda, apesar de possíveis, não combinam tão bem com o quadro inicial apresentado após 48 horas de gesso, sobretudo com dor intensa e paresia dos dedos do pé.
Portanto, a complicação mais provável, diante desse quadro, é a síndrome compartimental.