Marcos de Castro
EQUIPE
13/09/2026 • 14:01
Para entendermos essa questão, precisamos lembrar um conceito fundamental sobre motores de indução: a velocidade síncrona e o escorregamento.
A velocidade síncrona (Ns) é a velocidade com que o campo magnético do estator gira e depende da frequência da rede (f) e do número de polos (P) do motor. A fórmula para calcular Ns é: Ns = 120 * f / P.
Como o motor tem 4 polos e opera em 60 Hz, substituímos na fórmula: Ns = 120 * 60 / 4 = 1800 rpm. Isso significa que o campo magnético gira a 1800 rotações por minuto.
A velocidade do rotor na plena carga é 1746 rpm, que é um pouco menor que a síncrona. A diferença relativa entre estas velocidades é o escorregamento (s), calculado por s = (Ns - Nr) / Ns, onde Nr é a velocidade do rotor.
Calculando o escorregamento: s = (1800 - 1746)/1800 = 54/1800 = 0,03 ou 3%.
Portanto, a velocidade síncrona é 1800 rpm e o escorregamento a plena carga é 3%, o que corresponde à alternativa b).
A velocidade síncrona (Ns) é a velocidade com que o campo magnético do estator gira e depende da frequência da rede (f) e do número de polos (P) do motor. A fórmula para calcular Ns é: Ns = 120 * f / P.
Como o motor tem 4 polos e opera em 60 Hz, substituímos na fórmula: Ns = 120 * 60 / 4 = 1800 rpm. Isso significa que o campo magnético gira a 1800 rotações por minuto.
A velocidade do rotor na plena carga é 1746 rpm, que é um pouco menor que a síncrona. A diferença relativa entre estas velocidades é o escorregamento (s), calculado por s = (Ns - Nr) / Ns, onde Nr é a velocidade do rotor.
Calculando o escorregamento: s = (1800 - 1746)/1800 = 54/1800 = 0,03 ou 3%.
Portanto, a velocidade síncrona é 1800 rpm e o escorregamento a plena carga é 3%, o que corresponde à alternativa b).