David Castilho
EQUIPE
13/09/2026 • 10:02
Vamos analisar passo a passo essa questão que envolve elétrica, especificamente potência, corrente, disjuntor e bitola dos fios.
Primeiramente, a potência do aparelho é de 4.840 W. Para descobrir a corrente elétrica que esse aparelho demanda, usaremos a fórmula: I = P / V, onde I é a corrente, P é a potência e V é a tensão. Como não foi informado o valor da tensão, é comum assumir em tomadas residenciais o valor de 220 V (caso não seja especificado). Assim, I = 4840 W / 220 V ≈ 22 A.
Agora, o disjuntor disponível é de 20 A, e os fios são de 2,5 mm², que suportam até 21 A (de acordo com a tabela). Observamos que o aparelho exige uma corrente de 22 A, que está acima da capacidade do disjuntor (20 A) e do fio de 2,5 mm² (21 A).
Isso significa que o disjuntor está desarmando para proteger o circuito que não suporta essa corrente.
Para corrigir o problema, ou aumentamos a capacidade do disjuntor para suportar os 22 A, ou trocamos o fio por um de maior bitola que suporte a corrente exigida, ou fazemos ambas coisas para garantir segurança e evitar danos.
Vamos analisar as alternativas:
- a) Mantém o disjuntor de 20 A e troca fio para 4,0 mm² (que suporta 28 A). O problema é que o disjuntor ainda desarmaria, pois a corrente é maior que 20 A.
- b) Mantém disjuntor de 20 A e troca fio para 6,0 mm² (suporta 36 A). Mesma situação, disjuntor menor que a corrente exigida.
- c) Troca disjuntor para 25 A e mantém fio de 2,5 mm² (21 A). Disjuntor maior que a corrente, mas fio não suporta 22 A. Risco de aquecimento.
- d) Troca disjuntor para 25 A e troca o fio para 4,0 mm² (28 A). Disjuntor e fio suportam a corrente de 22 A, ideal para evitar desarmes e garantir segurança.
- e) Troca disjuntor para 40 A e fio para 6,0 mm² (suporta muito mais que o necessário), poderia ser exagerado e econômico menos adequado.
Portanto, a melhor solução é a alternativa d), que dimensiona corretamente o disjuntor e o fio para a carga exigida pelo aparelho, garantindo segurança e evitando desarmes frequentes.
Gabarito: d
Primeiramente, a potência do aparelho é de 4.840 W. Para descobrir a corrente elétrica que esse aparelho demanda, usaremos a fórmula: I = P / V, onde I é a corrente, P é a potência e V é a tensão. Como não foi informado o valor da tensão, é comum assumir em tomadas residenciais o valor de 220 V (caso não seja especificado). Assim, I = 4840 W / 220 V ≈ 22 A.
Agora, o disjuntor disponível é de 20 A, e os fios são de 2,5 mm², que suportam até 21 A (de acordo com a tabela). Observamos que o aparelho exige uma corrente de 22 A, que está acima da capacidade do disjuntor (20 A) e do fio de 2,5 mm² (21 A).
Isso significa que o disjuntor está desarmando para proteger o circuito que não suporta essa corrente.
Para corrigir o problema, ou aumentamos a capacidade do disjuntor para suportar os 22 A, ou trocamos o fio por um de maior bitola que suporte a corrente exigida, ou fazemos ambas coisas para garantir segurança e evitar danos.
Vamos analisar as alternativas:
- a) Mantém o disjuntor de 20 A e troca fio para 4,0 mm² (que suporta 28 A). O problema é que o disjuntor ainda desarmaria, pois a corrente é maior que 20 A.
- b) Mantém disjuntor de 20 A e troca fio para 6,0 mm² (suporta 36 A). Mesma situação, disjuntor menor que a corrente exigida.
- c) Troca disjuntor para 25 A e mantém fio de 2,5 mm² (21 A). Disjuntor maior que a corrente, mas fio não suporta 22 A. Risco de aquecimento.
- d) Troca disjuntor para 25 A e troca o fio para 4,0 mm² (28 A). Disjuntor e fio suportam a corrente de 22 A, ideal para evitar desarmes e garantir segurança.
- e) Troca disjuntor para 40 A e fio para 6,0 mm² (suporta muito mais que o necessário), poderia ser exagerado e econômico menos adequado.
Portanto, a melhor solução é a alternativa d), que dimensiona corretamente o disjuntor e o fio para a carga exigida pelo aparelho, garantindo segurança e evitando desarmes frequentes.
Gabarito: d