Equipe Gabarite
EQUIPE
12/09/2026 • 19:01
Essa questão trata de um problema comum em instalações elétricas que envolvem disjuntores termomagnéticos. Esses disjuntores têm duas proteções: a térmica, que reage a sobrecargas prolongadas, e a magnética, que reage a curto-circuitos instantaneamente.
Quando o disjuntor desarma instantaneamente ao energizar o circuito, isso indica que ele detectou uma corrente muito alta em curto espaço de tempo, algo típico de um curto-circuito, que faz com que a proteção magnética entre em ação rapidamente para evitar danos maiores.
As outras alternativas não são adequadas neste caso. A sobrecarga (letra b) costuma causar um desligamento mais lento, pois é a proteção térmica agindo. Corrente de fuga residual de baixa intensidade (letra c) normalmente não faz o disjuntor termomagnético disparar instantaneamente, embora esteja associada a dispositivos diferenciais. Sobretensão e subtensão (letras d e e) não provocam desarme instantâneo do disjuntor termomagnético.
Portanto, a causa mais provável do desarme instantâneo é um curto-circuito na instalação ou na carga, que é a opção a).
Quando o disjuntor desarma instantaneamente ao energizar o circuito, isso indica que ele detectou uma corrente muito alta em curto espaço de tempo, algo típico de um curto-circuito, que faz com que a proteção magnética entre em ação rapidamente para evitar danos maiores.
As outras alternativas não são adequadas neste caso. A sobrecarga (letra b) costuma causar um desligamento mais lento, pois é a proteção térmica agindo. Corrente de fuga residual de baixa intensidade (letra c) normalmente não faz o disjuntor termomagnético disparar instantaneamente, embora esteja associada a dispositivos diferenciais. Sobretensão e subtensão (letras d e e) não provocam desarme instantâneo do disjuntor termomagnético.
Portanto, a causa mais provável do desarme instantâneo é um curto-circuito na instalação ou na carga, que é a opção a).