Ingrid Nunes
EQUIPE
12/09/2026 • 19:01
Esta questão aborda transformadores monofásicos, um tema fundamental na eletricidade e eletrônica. O problema nos traz dados nominais de um transformador e nos pergunta qual será a tensão no secundário e a potência aparente limite quando a tensão de entrada for diferente da nominal.
Primeiramente, o transformador é considerado ideal, ou seja, sem perdas. Isso nos permite usar as relações básicas do transformador: a relação de transformação das tensões é igual à razão entre as tensões primária e secundária nominalmente, e a potência aparente nominal é um limite que depende da corrente que o transformador pode suportar.
A tensão nominal primária é 440 V, e a secundária nominal 88 V, logo a relação nominal é 440/88 = 5.
Quando a tensão de alimentação é 380 V, que é menor que a nominal, podemos calcular a nova tensão no secundário: simplesmente mantemos a mesma relação, pois o transformador não foi modificado e não há perdas.
Ou seja, nova tensão secundária = tensão secundária nominal * (tensão primária real / tensão primária nominal) = 88 V * (380 V / 440 V) = 88 * 0,8636 = aproximadamente 76 V.
Agora, sobre a potência aparente: como não houve mudança na construção, o limite de potência nominal não muda. O transformador não fica capaz de entregar mais potência, pois não foi ajustado para isso.
Porém, a potência aparente máxima que o transformador pode fornecer é proporcional à corrente máxima que ele pode carregar, que depende da corrente nominal de projeto. Como a tensão diminuiu, a corrente para a mesma potência máxima permanece constante.
Logo, a potência máxima operacional será reduzida proporcionalmente à redução da tensão, pois P = V * I (e I máximo constante).
Como a tensão caiu para 380/440 = 0,8636 do nominal, a potência máxima para a tensão nova será 22 kVA * 0,8636 = 19 kVA aproximadamente.
Portanto, a tensão no secundário será cerca de 76 V, e a potência limite será circa 19 kVA.
A alternativa que corresponde a essas condições é a letra a) 76 V, 19 kVA.
Primeiramente, o transformador é considerado ideal, ou seja, sem perdas. Isso nos permite usar as relações básicas do transformador: a relação de transformação das tensões é igual à razão entre as tensões primária e secundária nominalmente, e a potência aparente nominal é um limite que depende da corrente que o transformador pode suportar.
A tensão nominal primária é 440 V, e a secundária nominal 88 V, logo a relação nominal é 440/88 = 5.
Quando a tensão de alimentação é 380 V, que é menor que a nominal, podemos calcular a nova tensão no secundário: simplesmente mantemos a mesma relação, pois o transformador não foi modificado e não há perdas.
Ou seja, nova tensão secundária = tensão secundária nominal * (tensão primária real / tensão primária nominal) = 88 V * (380 V / 440 V) = 88 * 0,8636 = aproximadamente 76 V.
Agora, sobre a potência aparente: como não houve mudança na construção, o limite de potência nominal não muda. O transformador não fica capaz de entregar mais potência, pois não foi ajustado para isso.
Porém, a potência aparente máxima que o transformador pode fornecer é proporcional à corrente máxima que ele pode carregar, que depende da corrente nominal de projeto. Como a tensão diminuiu, a corrente para a mesma potência máxima permanece constante.
Logo, a potência máxima operacional será reduzida proporcionalmente à redução da tensão, pois P = V * I (e I máximo constante).
Como a tensão caiu para 380/440 = 0,8636 do nominal, a potência máxima para a tensão nova será 22 kVA * 0,8636 = 19 kVA aproximadamente.
Portanto, a tensão no secundário será cerca de 76 V, e a potência limite será circa 19 kVA.
A alternativa que corresponde a essas condições é a letra a) 76 V, 19 kVA.