Camila Duarte
EQUIPE
12/09/2026 • 11:01
Vamos conversar sobre a Teoria das Três Idades na Arquivística. Essa teoria é fundamental para o entendimento de como os documentos são organizados e tratados ao longo do tempo. A ideia é que os documentos arquivados passam por três fases ou idades, que definem seu grau de uso e valor para a instituição e históricos.
A primeira idade é a dos documentos correntes, que são aqueles em uso contínuo, ainda necessários para o dia a dia da administração. A segunda idade é a intermediária, que consiste em documentos que não são mais usados rotineiramente, mas ainda precisam ser guardados por razões legais, administrativas ou históricas. E a terceira idade é a permanente, onde os documentos são conservados indefinidamente, geralmente por seu valor histórico ou probatório.
Essas fases são muito importantes para a gestão documental porque definem políticas de transferência e guarda, evitando o acúmulo desnecessário e facilitando o acesso conforme a necessidade.
Analisando as alternativas, a que corresponde exatamente a essas fases é a letra c) Corrente, Intermediário e Permanente.
A primeira idade é a dos documentos correntes, que são aqueles em uso contínuo, ainda necessários para o dia a dia da administração. A segunda idade é a intermediária, que consiste em documentos que não são mais usados rotineiramente, mas ainda precisam ser guardados por razões legais, administrativas ou históricas. E a terceira idade é a permanente, onde os documentos são conservados indefinidamente, geralmente por seu valor histórico ou probatório.
Essas fases são muito importantes para a gestão documental porque definem políticas de transferência e guarda, evitando o acúmulo desnecessário e facilitando o acesso conforme a necessidade.
Analisando as alternativas, a que corresponde exatamente a essas fases é a letra c) Corrente, Intermediário e Permanente.