A artroplastia de quadril é a substituição da superfície articular do quadril...

A artroplastia de quadril é a substituição da superfície articular do quadril por componentes protéticos. Esse procedimento cirúrgico pode ocorrer em toda a superfície articular (total) ou somente ...


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A artroplastia de quadril é a substituição da superfície articular do quadril por componentes protéticos. Esse procedimento cirúrgico pode ocorrer em toda a superfície articular (total) ou somente em parte dela (parcial), e geralmente ocorre a substituição do componente femoral. Essa escolha está relacionada com o grau de comprometimento articular, bem como com as características clínicas dessa condição. O processo de intervenção fisioterapêutica deve ser iniciado de forma imediata, podendo ser dividido, em três fases: inicial, intermediária e final. Esse processo varia de acordo com o serviço, o tipo de cirurgia, o perfil do paciente e a disponibilidade de recursos do serviço de saúde. Diante do exposto, faz parte da intervenção fisioterapêutica na fase inicial (primeiros 30 dias) de artroplastia de quadril, exceto:
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    11/09/2026 • 15:02
    Vamos falar sobre a artroplastia de quadril e o papel da fisioterapia logo após a cirurgia. Esse procedimento substitui a superfície articular do quadril por uma prótese, podendo ser total ou parcial, e o cuidado fisioterapêutico é fundamental nos primeiros 30 dias, conhecidos como fase inicial.

    Na fase inicial, é importante conscientizar o paciente sobre os movimentos a evitar para proteger a articulação, como flexão além de 90 graus, adução e rotações específicas, conforme o tipo de abordagem cirúrgica (posterior ou anterior). Também se orienta sobre o tipo de descarga de peso adequada para cada tipo de prótese e fixação. O treino de marcha é iniciado com apoio e vai progredindo conforme a recuperação, respeitando limitações.

    Quanto aos exercícios, na fase inicial são recomendados os isotônicos para fortalecer os músculos do quadril e membros inferiores, além de exercícios para o tronco, equilíbrio e sensório-motores, sempre adaptados à condição clínica.

    Entretanto, a alternativa que causa dúvida é a letra d, que sugere iniciar desde a fase inicial exercícios isotônicos e treino funcional bastante avançado. Geralmente, nos primeiros 30 dias, os exercícios ativos e isotônicos devem ser iniciados com cuidado e progressão gradual, evitando agressão à prótese. Em muitos protocolos, exercícios isotônicos pesados e treino funcional completo ficam para fases posteriores, nas fases intermediária ou final.

    Portanto, a alternativa d traz uma abordagem mais precoce e intensa em exercícios ativos isotônicos e funcionais, o que não é propriamente indicado para todos os casos na fase inicial da reabilitação.

    Gabarito: d
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