Equipe Gabarite
EQUIPE
10/09/2026 • 18:02
Vamos falar um pouco sobre o nervo infraorbital e a técnica para bloqueio anestésico dessa região. O nervo infraorbital é um ramo do nervo maxilar, que por sua vez é a segunda divisão do nervo trigêmeo (V par craniano). Ele emerge na face pelo forame infraorbital, que fica logo abaixo da órbita, e é responsável pela sensibilidade da região média da face, incluindo a pálpebra inferior, o lado do nariz, a parte do lábio superior e parte da bochecha.
Analisando as alternativas:
A alternativa a) está incorreta porque os ramos terminais do nervo infraorbital não inervam o lábio inferior nem a pálpebra superior. O lábio inferior é inervado pelo nervo mandibular (terceira divisão do trigêmeo) e a pálpebra superior pela divisão oftálmica.
A alternativa b) está errada porque o forame infraorbital fica muito próximo da margem inferior da órbita, a aproximadamente 1 cm abaixo dela, e não 20 cm. Isso indica um erro grave de localização anatômica.
A alternativa c) está cheia de confusões anatômicas. O nervo mandibular não passa pela fossa pterigopalatina; quem passa por lá é o nervo maxilar. Além disso, o nervo infraorbital não nasce na órbita após o nervo mandibular, ele é uma continuação do nervo maxilar. Os ramos alveolares superiores são originados do nervo maxilar antes de formar o nervo infraorbital, que percorre o sulco infraorbital, canal e emerge pelo forame infraorbital (jamais pelo forame incisal).
A alternativa d) descreve a técnica correta para localizar o forame infraorbital na face, traçando uma linha do centro da pupila até o forame mentual (do osso mandibular), passando pelo segundo pré-molar superior. Essa manobra ajuda a encontrar o ponto ideal para o bloqueio anestésico desse nervo.
Portanto, a alternativa correta é a d).
Analisando as alternativas:
A alternativa a) está incorreta porque os ramos terminais do nervo infraorbital não inervam o lábio inferior nem a pálpebra superior. O lábio inferior é inervado pelo nervo mandibular (terceira divisão do trigêmeo) e a pálpebra superior pela divisão oftálmica.
A alternativa b) está errada porque o forame infraorbital fica muito próximo da margem inferior da órbita, a aproximadamente 1 cm abaixo dela, e não 20 cm. Isso indica um erro grave de localização anatômica.
A alternativa c) está cheia de confusões anatômicas. O nervo mandibular não passa pela fossa pterigopalatina; quem passa por lá é o nervo maxilar. Além disso, o nervo infraorbital não nasce na órbita após o nervo mandibular, ele é uma continuação do nervo maxilar. Os ramos alveolares superiores são originados do nervo maxilar antes de formar o nervo infraorbital, que percorre o sulco infraorbital, canal e emerge pelo forame infraorbital (jamais pelo forame incisal).
A alternativa d) descreve a técnica correta para localizar o forame infraorbital na face, traçando uma linha do centro da pupila até o forame mentual (do osso mandibular), passando pelo segundo pré-molar superior. Essa manobra ajuda a encontrar o ponto ideal para o bloqueio anestésico desse nervo.
Portanto, a alternativa correta é a d).