Equipe Gabarite
EQUIPE
10/09/2026 • 03:02
Vamos analisar a questão com calma. O tema central aqui é sobre medidas de frequência epidemiológicas, como incidência, prevalência e taxa de letalidade, que são conceitos fundamentais para entender a dinâmica de doenças em uma população.
Primeiro, o coeficiente de incidência mede o número de casos novos da doença em um período sobre a população em risco. No caso, são 400 casos novos em uma população de 200.000 habitantes. Logo, a incidência é 400/200.000 = 0,002, ou seja, 0,2%, não 5%, então a alternativa (a) está errada.
Já a prevalência reflete o número total de casos existentes (novos e antigos) em um dado momento sobre a população total. Aqui, considerando só os casos novos e nenhum dado sobre casos antigos, a prevalência coincide com a incidência neste cenário, ou seja, 0,2%. A alternativa (b) está errada porque relaciona prevalência com óbitos sobre casos.
A alternativa (c) fala em prevalência de 200 por 100.000 habitantes. Se calcularmos 400 casos em 200.000 habitantes, é equivalente a 200 casos por 100.000 habitantes, sim, mas isso é incidência, não prevalência, logo a assertiva está incorreta por classificar a medida.
A taxa de letalidade é a proporção de óbitos em relação aos casos diagnosticados. Ou seja, 20 óbitos em 400 casos, que dá 20/400 = 0,05, ou 5%. Isso confere com a descrição da alternativa (d), que está correta.
Finalmente, a alternativa (e) fala em taxa de letalidade expressa em casos por 100.000 habitantes, o que não faz sentido, já que a taxa de letalidade é sempre em relação aos casos da doença, não à população total.
Portanto, a alternativa correta é a (d).
Primeiro, o coeficiente de incidência mede o número de casos novos da doença em um período sobre a população em risco. No caso, são 400 casos novos em uma população de 200.000 habitantes. Logo, a incidência é 400/200.000 = 0,002, ou seja, 0,2%, não 5%, então a alternativa (a) está errada.
Já a prevalência reflete o número total de casos existentes (novos e antigos) em um dado momento sobre a população total. Aqui, considerando só os casos novos e nenhum dado sobre casos antigos, a prevalência coincide com a incidência neste cenário, ou seja, 0,2%. A alternativa (b) está errada porque relaciona prevalência com óbitos sobre casos.
A alternativa (c) fala em prevalência de 200 por 100.000 habitantes. Se calcularmos 400 casos em 200.000 habitantes, é equivalente a 200 casos por 100.000 habitantes, sim, mas isso é incidência, não prevalência, logo a assertiva está incorreta por classificar a medida.
A taxa de letalidade é a proporção de óbitos em relação aos casos diagnosticados. Ou seja, 20 óbitos em 400 casos, que dá 20/400 = 0,05, ou 5%. Isso confere com a descrição da alternativa (d), que está correta.
Finalmente, a alternativa (e) fala em taxa de letalidade expressa em casos por 100.000 habitantes, o que não faz sentido, já que a taxa de letalidade é sempre em relação aos casos da doença, não à população total.
Portanto, a alternativa correta é a (d).