Matheus Fernandes
EQUIPE
10/09/2026 • 03:02
Vamos falar sobre os modelos de atenção à saúde no Brasil, que são formas diferentes de organizar o cuidado, baseadas em preocupações históricas, sociais e da saúde pública. Entender cada modelo ajuda a distinguir suas características principais, como foco, práticas e organização.
A primeira afirmativa associa o modelo sanitarista campanhista a um atendimento individual, hospitalocêntrico e baseado em serviços privados, mas isso está errado. O modelo sanitarista campanhista, historicamente, está mais ligado a ações coletivas, voltadas à saúde pública, com foco em campanhas e intervenção em massa, não em serviços privados.
A segunda afirmativa diz que o modelo médico-assistencial privatista baseia-se em ações coletivas e vigilância, mas isso é falso. O modelo médico-assistencial privatista é, pelo contrário, focado na assistência individual, privada e curativa, não em ações populacionais.
A terceira afirmativa fala do modelo de vigilância da saúde e diz que é exclusivo para atendimento clínico individual sem promoção ou prevenção, o que é incorreto. O modelo de vigilância da saúde está justamente associado a ações coletivas, prevenção e controle de doenças.
A quarta afirmativa refere-se ao modelo de atenção às condições crônicas e comenta que ele se organiza a partir da demanda espontânea, sem planejamento nem estratificação de risco, o que também está errado. Esse modelo prioriza o planejamento do cuidado, uso de estratificação de risco, para melhor gerenciamento das doenças crônicas.
A quinta afirmativa diz que a Estratégia Saúde da Família (ESF) tem como principal característica a oferta de procedimentos especializados de média e alta complexidade por encaminhamento centralizado, o que não é verdade. A ESF é focada na atenção primária, com equipe multiprofissional que atua no território, promovendo a saúde e realizando acompanhamento contínuo.
Portanto, todas as afirmativas estão falsas, levando ao gabarito: alternativa e) F, F, F, F, F.
A primeira afirmativa associa o modelo sanitarista campanhista a um atendimento individual, hospitalocêntrico e baseado em serviços privados, mas isso está errado. O modelo sanitarista campanhista, historicamente, está mais ligado a ações coletivas, voltadas à saúde pública, com foco em campanhas e intervenção em massa, não em serviços privados.
A segunda afirmativa diz que o modelo médico-assistencial privatista baseia-se em ações coletivas e vigilância, mas isso é falso. O modelo médico-assistencial privatista é, pelo contrário, focado na assistência individual, privada e curativa, não em ações populacionais.
A terceira afirmativa fala do modelo de vigilância da saúde e diz que é exclusivo para atendimento clínico individual sem promoção ou prevenção, o que é incorreto. O modelo de vigilância da saúde está justamente associado a ações coletivas, prevenção e controle de doenças.
A quarta afirmativa refere-se ao modelo de atenção às condições crônicas e comenta que ele se organiza a partir da demanda espontânea, sem planejamento nem estratificação de risco, o que também está errado. Esse modelo prioriza o planejamento do cuidado, uso de estratificação de risco, para melhor gerenciamento das doenças crônicas.
A quinta afirmativa diz que a Estratégia Saúde da Família (ESF) tem como principal característica a oferta de procedimentos especializados de média e alta complexidade por encaminhamento centralizado, o que não é verdade. A ESF é focada na atenção primária, com equipe multiprofissional que atua no território, promovendo a saúde e realizando acompanhamento contínuo.
Portanto, todas as afirmativas estão falsas, levando ao gabarito: alternativa e) F, F, F, F, F.