Ingrid Nunes
EQUIPE
10/09/2026 • 01:02
Vamos falar sobre a estratificação do risco gestacional, que é fundamental para garantir que a gestante receba a atenção adequada durante a gravidez. A gestação de alto risco é aquela em que existem condições que podem comprometer a saúde da mãe, do bebê ou de ambos, exigindo acompanhamento mais especializado.
Analisando as alternativas, começamos pela letra a: a ausência de comorbidades e intercorrências indica uma gestação de baixo risco, e não de alto risco, então está incorreta.
A letra b menciona o ganho de peso adequado como fator para encaminhamento ao alto risco, mas isso não é verdade; o ganho de peso insuficiente ou excessivo pode ser preocupante, mas o ideal é que o ganho seja adequado para uma gestação saudável, não resultando em alto risco necessariamente.
Na letra c, o antecedente de pré-eclâmpsia em gestação anterior é, sim, um fator importante que indica a necessidade de acompanhamento no pré-natal de alto risco, pois a pré-eclâmpsia pode se repetir e trazer complicações sérias.
A letra d fala que o início do pré-natal no primeiro trimestre é fator de risco evitável, mas, na verdade, o início precoce do pré-natal é recomendação para reduzir riscos, não significa risco isoladamente.
Por fim, a letra e fala da idade materna entre 20 e 30 anos como fator para alto risco, mas essa faixa etária é considerada ideal para gravidez, sendo que a idade abaixo de 20 ou acima de 35 costuma ser o que preocupa mais.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.
Analisando as alternativas, começamos pela letra a: a ausência de comorbidades e intercorrências indica uma gestação de baixo risco, e não de alto risco, então está incorreta.
A letra b menciona o ganho de peso adequado como fator para encaminhamento ao alto risco, mas isso não é verdade; o ganho de peso insuficiente ou excessivo pode ser preocupante, mas o ideal é que o ganho seja adequado para uma gestação saudável, não resultando em alto risco necessariamente.
Na letra c, o antecedente de pré-eclâmpsia em gestação anterior é, sim, um fator importante que indica a necessidade de acompanhamento no pré-natal de alto risco, pois a pré-eclâmpsia pode se repetir e trazer complicações sérias.
A letra d fala que o início do pré-natal no primeiro trimestre é fator de risco evitável, mas, na verdade, o início precoce do pré-natal é recomendação para reduzir riscos, não significa risco isoladamente.
Por fim, a letra e fala da idade materna entre 20 e 30 anos como fator para alto risco, mas essa faixa etária é considerada ideal para gravidez, sendo que a idade abaixo de 20 ou acima de 35 costuma ser o que preocupa mais.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.