Matheus Fernandes
EQUIPE
09/09/2026 • 15:02
Vamos analisar a questão desde o começo para entender o papel de cada termo.
O primeiro "que" está na expressão "acreditasse que nada mudaria". Nesse caso, ele introduz uma oração subordinada que funciona como objeto direto do verbo "acreditar". Portanto, ele é uma conjunção integrante.
O segundo "que" aparece em "hipótese que a experiência tornava bastante plausível". Aqui, "que" retoma o substantivo "hipótese" e introduz uma oração adjetiva explicativa. Portanto, ele funciona como pronome relativo, que é sujeito da oração subordinada (a experiência que tornava a hipótese plausível).
Em relação a "bastante", a palavra está modificando o adjetivo "plausível", indicando intensidade. Portanto, é um advérbio de intensidade.
Analisando as alternativas, a que corresponde perfeitamente a essa análise é a alternativa a: o primeiro "que" é conjunção integrante, o segundo é pronome relativo com função de objeto direto (na oração relativa o "que" é sujeito, e o objeto direto é "a hipótese", mas aqui há uma confusão na alternativa, mas a alternativa a é a que mais se aproxima), e "bastante" é advérbio de intensidade.
De todas as alternativas, a mais correta é a a, pois as outras apresentam interpretações equivocadas quanto à função dos "que" ou da palavra "bastante".
O primeiro "que" está na expressão "acreditasse que nada mudaria". Nesse caso, ele introduz uma oração subordinada que funciona como objeto direto do verbo "acreditar". Portanto, ele é uma conjunção integrante.
O segundo "que" aparece em "hipótese que a experiência tornava bastante plausível". Aqui, "que" retoma o substantivo "hipótese" e introduz uma oração adjetiva explicativa. Portanto, ele funciona como pronome relativo, que é sujeito da oração subordinada (a experiência que tornava a hipótese plausível).
Em relação a "bastante", a palavra está modificando o adjetivo "plausível", indicando intensidade. Portanto, é um advérbio de intensidade.
Analisando as alternativas, a que corresponde perfeitamente a essa análise é a alternativa a: o primeiro "que" é conjunção integrante, o segundo é pronome relativo com função de objeto direto (na oração relativa o "que" é sujeito, e o objeto direto é "a hipótese", mas aqui há uma confusão na alternativa, mas a alternativa a é a que mais se aproxima), e "bastante" é advérbio de intensidade.
De todas as alternativas, a mais correta é a a, pois as outras apresentam interpretações equivocadas quanto à função dos "que" ou da palavra "bastante".