Marcos de Castro
EQUIPE
09/09/2026 • 14:02
Essa questão aborda um tema muito importante na administração pública: a gestão por resultados, especialmente na produção de serviços públicos. O foco aqui está na arquitetura de medição, ou seja, em como organizamos a avaliação dos resultados para que ela seja justa e eficiente, respeitando os limites de responsabilidade de cada gestor.
Quando falamos em arquitetura de medição que preserve a responsabilidade gerencial, precisamos entender que não é correto atribuir à unidade executora todos os impactos finais observados, pois muitas vezes esses impactos dependem de contextos externos e fatores fora do controle da unidade. Também é essencial distinguir entre insumos, atividades, produtos e resultados e reconhecer que algumas variáveis são de controle direto, outras representam contribuição e outras, simplesmente, estão além da atribuição direta do gestor.
A alternativa b) aponta corretamente para essa complexidade ao mencionar que a arquitetura deve ligar insumos, atividades, produtos e resultados, distinguir entre controle, contribuição e atribuição, combinar eficiência, qualidade e equidade, além de monitorar efeitos adversos e manipulação de indicadores. Isso reflete uma visão integrada e realista da gestão por resultados, alinhada ao que se espera de boas práticas de gestão pública.
As demais alternativas apresentam problemas: a) atribui toda a responsabilidade sem considerar os limites; c) concentra responsabilização apenas no produto, desconsiderando os resultados sociais; d) propõe agregação em um índice único e compensação integral, o que pode mascarar problemas; e) fala em substituir controles por contratos de resultados, mas errado ao sugerir medir o valor público apenas pela diferença entre metas e produtos.
Portanto, a alternativa que melhor estrutura a arquitetura de medição na gestão por resultados é a b).
Quando falamos em arquitetura de medição que preserve a responsabilidade gerencial, precisamos entender que não é correto atribuir à unidade executora todos os impactos finais observados, pois muitas vezes esses impactos dependem de contextos externos e fatores fora do controle da unidade. Também é essencial distinguir entre insumos, atividades, produtos e resultados e reconhecer que algumas variáveis são de controle direto, outras representam contribuição e outras, simplesmente, estão além da atribuição direta do gestor.
A alternativa b) aponta corretamente para essa complexidade ao mencionar que a arquitetura deve ligar insumos, atividades, produtos e resultados, distinguir entre controle, contribuição e atribuição, combinar eficiência, qualidade e equidade, além de monitorar efeitos adversos e manipulação de indicadores. Isso reflete uma visão integrada e realista da gestão por resultados, alinhada ao que se espera de boas práticas de gestão pública.
As demais alternativas apresentam problemas: a) atribui toda a responsabilidade sem considerar os limites; c) concentra responsabilização apenas no produto, desconsiderando os resultados sociais; d) propõe agregação em um índice único e compensação integral, o que pode mascarar problemas; e) fala em substituir controles por contratos de resultados, mas errado ao sugerir medir o valor público apenas pela diferença entre metas e produtos.
Portanto, a alternativa que melhor estrutura a arquitetura de medição na gestão por resultados é a b).