Camila Duarte
EQUIPE
08/09/2026 • 22:02
A perda auditiva neurossensorial súbita é uma emergência otológica que requer atenção rápida e tratamento adequado. A maioria dos casos é idiopática, ou seja, não há causa identificável, mas é importante descartar causas como tumores, infecções ou doenças inflamatórias. A corticoterapia é o tratamento mais indicado, desde que iniciada dentro de um período precoce, preferencialmente nas primeiras duas semanas após o início dos sintomas, para aumentar as chances de recuperação auditiva.
Quanto à investigação diagnóstica, a ressonância magnética é o exame de escolha para excluir causas retrococleares, como o schwannoma vestibular, porém essa investigação não precisa atrasar o início da corticoterapia. O uso imediato de corticosteroides não deve esperar a realização da ressonância magnética.
O exame de tomografia computadorizada não é convencionalmente indicado na avaliação inicial da perda auditiva súbita, já que não é eficaz para visualizar as estruturas retrococleares. Exames laboratoriais de rotina podem ser úteis em alguns casos, mas não são obrigatórios para todos e não substituem a avaliação clínica e exames de imagem específicos. Além disso, a corticoterapia intratimpânica não é tratamento de primeira linha para todos os casos; ela pode ser considerada em casos seletivos ou quando a corticoterapia sistêmica for contraindicada ou ineficiente.
Portanto, a alternativa que melhor reflete as recomendações atuais é a letra d, que indica que a corticoterapia deve ser iniciada o quanto antes, dentro de duas semanas, e que as investigações para causas retrococleares são feitas por ressonância magnética ou PEATE, sem necessidade de atrasar o tratamento.
Quanto à investigação diagnóstica, a ressonância magnética é o exame de escolha para excluir causas retrococleares, como o schwannoma vestibular, porém essa investigação não precisa atrasar o início da corticoterapia. O uso imediato de corticosteroides não deve esperar a realização da ressonância magnética.
O exame de tomografia computadorizada não é convencionalmente indicado na avaliação inicial da perda auditiva súbita, já que não é eficaz para visualizar as estruturas retrococleares. Exames laboratoriais de rotina podem ser úteis em alguns casos, mas não são obrigatórios para todos e não substituem a avaliação clínica e exames de imagem específicos. Além disso, a corticoterapia intratimpânica não é tratamento de primeira linha para todos os casos; ela pode ser considerada em casos seletivos ou quando a corticoterapia sistêmica for contraindicada ou ineficiente.
Portanto, a alternativa que melhor reflete as recomendações atuais é a letra d, que indica que a corticoterapia deve ser iniciada o quanto antes, dentro de duas semanas, e que as investigações para causas retrococleares são feitas por ressonância magnética ou PEATE, sem necessidade de atrasar o tratamento.