Pedro, estivador, logo trabalhador avulso, está insatisfeito com os repasses ...

Pedro, estivador, logo trabalhador avulso, está insatisfeito com os repasses que lhe são feitos pelos trabalhos no Porto de Tubarão. Pretende ajuizar ação em face do operador portuário e do Órgão G...


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Pedro, estivador, logo trabalhador avulso, está insatisfeito com os repasses que lhe são feitos pelos trabalhos no Porto de Tubarão. Pretende ajuizar ação em face do operador portuário e do Órgão Gestor de Mão de Obra – OGMO. Como advogado de Pedro, indique a Justiça competente para o processamento e julgamento da demanda a ser proposta.
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    15/09/2026 • 21:02
    Essa questão envolve a competência judicial para julgar demandas relacionadas a trabalhadores avulsos, que são aqueles que prestam serviços transitórios sem vínculo empregatício, geralmente ligados a atividades portuárias. No Brasil, a Justiça do Trabalho tem competência para julgar questões que envolvam o contrato de trabalho ou relações de trabalho, e isso inclui trabalhadores avulsos, como os estivadores que atuam em portos.

    Apesar de o trabalhador avulso não possuir vínculo empregatício tradicional, a legislação trabalhista prevê que disputas envolvendo esses trabalhadores, especialmente em relação a seus direitos e repasses, sejam julgadas pela Justiça do Trabalho, pois a relação envolve aspectos da prestação de trabalho subordinado subordinado administrado pelo Órgão Gestor de Mão de Obra – OGMO.

    A alternativa 'a' indica a Justiça Comum Federal, o que está incorreto, pois o fato de a matéria ser nacional não transfere a competência para a Justiça Federal quando se trata de relação de trabalho. A alternativa 'c' indica a Justiça Comum Estadual, o que também não está correto para essa situação específica. A alternativa 'd' sugere que o autor poderá escolher entre a Justiça Comum Estadual e a Justiça do Trabalho, mas na verdade, o entendimento consolidado é que a Justiça do Trabalho é a competente para essas demandas, independentemente do reconhecimento de vínculo de emprego.

    Portanto, a Justiça competente para o processamento e julgamento da demanda proposta por Pedro é a Justiça do Trabalho.
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