Ingrid Nunes
EQUIPE
15/09/2026 • 04:02
Vamos falar um pouco sobre o contratualismo de Thomas Hobbes, um filósofo muito importante na discussão sobre o Estado e a sociedade. Na sua obra Leviatã, Hobbes explica que, para sair do estado natural — que é uma situação de conflito e insegurança total — os homens precisam fazer um acordo, o famoso contrato social. Esse contrato só acontece porque existe uma lei da natureza, que é como uma regra fundamental que motiva essa reunião e a ideia de justiça.
Segundo Hobbes, essa lei da natureza é a ideia de que os homens devem cumprir os pactos que eles fazem, porque isso gera confiança e torna possível a convivência social. Por isso, ele defende que "que os homens cumpram os pactos que celebrem" é a base do contrato social.
Assim, analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente à lei da natureza segundo Hobbes é a letra C: "Que os homens cumpram os pactos que celebrem". As outras opções trazem ideias de justiça mais associadas a outros filósofos ou correntes, como Aristóteles, que fala em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, ou preceitos mais amplos e genéricos como fazer o bem e evitar o mal.
Segundo Hobbes, essa lei da natureza é a ideia de que os homens devem cumprir os pactos que eles fazem, porque isso gera confiança e torna possível a convivência social. Por isso, ele defende que "que os homens cumpram os pactos que celebrem" é a base do contrato social.
Assim, analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente à lei da natureza segundo Hobbes é a letra C: "Que os homens cumpram os pactos que celebrem". As outras opções trazem ideias de justiça mais associadas a outros filósofos ou correntes, como Aristóteles, que fala em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, ou preceitos mais amplos e genéricos como fazer o bem e evitar o mal.