Um profissional estava realizando o preparo
cavitário classe I em um molar inferior, para
restauração com amálgama de prata, em um
paciente com história clínica de valva cardíaca
protética e em uso de varfarina sódica. Durante
o preparo cavitário, verificou que o
procedimento deveria ser mais extenso, pois
esse preparo evoluiu para uma classe II. Diante
dessa situação hipotética, a conduta do
profissional deverá ser: