Ingrid Nunes
EQUIPE
21/09/2026 • 07:02
Vamos falar um pouco sobre a interpretação dos testes de imunohistoquímica para o Receptor de Estrogênio (ER) no contexto do câncer de mama. Esses testes são importantes porque a presença do ER influencia diretamente no tratamento, especialmente na decisão de usar terapias hormonais.
Segundo as diretrizes da ASCO/CAP endossadas pelo NCCN, um resultado é considerado positivo quando pelo menos 1% das células tumorais apresentam positividade nuclear para ER. No entanto, quando a positividade está entre 1% e 10%, o resultado é classificado como ER-low (baixo positivo), o que significa que há uma quantidade limitada de células expressando o receptor, podendo influenciar o prognóstico e a resposta ao tratamento.
No caso da questão, temos 2% de células positivas, que está entre 1% e 10%. Portanto, de acordo com essas diretrizes, o teste deve ser interpretado como baixo-positivo, ou seja, a resposta correta é a alternativa b) Baixo-positivo (ER-low).
Segundo as diretrizes da ASCO/CAP endossadas pelo NCCN, um resultado é considerado positivo quando pelo menos 1% das células tumorais apresentam positividade nuclear para ER. No entanto, quando a positividade está entre 1% e 10%, o resultado é classificado como ER-low (baixo positivo), o que significa que há uma quantidade limitada de células expressando o receptor, podendo influenciar o prognóstico e a resposta ao tratamento.
No caso da questão, temos 2% de células positivas, que está entre 1% e 10%. Portanto, de acordo com essas diretrizes, o teste deve ser interpretado como baixo-positivo, ou seja, a resposta correta é a alternativa b) Baixo-positivo (ER-low).