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Uma paciente de 27 anos, G2P0A1, é atendida com sangramento uterino anormal no primeiro trimestre. A ultrassonografia transvaginal evidencia imagem compatível com mola hidatiforme completa, e é rea...


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Uma paciente de 27 anos, G2P0A1, é atendida com sangramento uterino anormal no primeiro trimestre. A ultrassonografia transvaginal evidencia imagem compatível com mola hidatiforme completa, e é realizado esvaziamento uterino por aspiração a vácuo. O material obtido é enviado para estudo anatomopatológico, que confirma o diagnóstico. No 5º dia após o procedimento, a paciente retorna para orientação sobre o seguimento adequado, incluindo exames complementares e método contraceptivo. Ela está estável e sem sintomas.

Qual é a conduta mais apropriada para o acompanhamento pós-molar?
Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    21/09/2026 • 07:02
    Esse caso aborda o acompanhamento pós-mola hidatiforme, que é essencial para prevenir complicações e garantir a cura completa. A mola hidatiforme é uma doença trofoblástica gestacional que pode evoluir para neoplasia trofoblástica gestacional, por isso o monitoramento é feito principalmente pelo exame de β-hCG, marcador sensível para atividade trofoblástica.

    O protocolo padrão inclui a dosagem semanal de β-hCG após o esvaziamento uterino até que os níveis se tornem indetectáveis. Depois disso, as dosagens continuam mensalmente por 6 meses para detectar qualquer recidiva precoce. Além disso, a radiografia de tórax é recomendada logo após a evacuação para buscar metástases pulmonares, que são a forma mais frequente de disseminação.

    Quanto à contracepção, o ideal é iniciar contraceptivos hormonais combinados imediatamente, pois evitam uma nova gravidez durante o período de monitoramento sem prejudicar os exames. Métodos de barreira são menos eficazes, e o DIU é contraindicado devido ao risco de sangramento e infecção no útero.

    Analisando as alternativas, a que melhor corresponde ao protocolo aceito é a letra B: dosagem semanal de β-hCG até negativação, depois mensal por 6 meses, início imediato de contraceptivo hormonal combinado, e realização de radiografia de tórax na primeira consulta pós-evacuação.
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