David Castilho
EQUIPE
21/09/2026 • 07:02
Esse caso aborda o acompanhamento pós-mola hidatiforme, que é essencial para prevenir complicações e garantir a cura completa. A mola hidatiforme é uma doença trofoblástica gestacional que pode evoluir para neoplasia trofoblástica gestacional, por isso o monitoramento é feito principalmente pelo exame de β-hCG, marcador sensível para atividade trofoblástica.
O protocolo padrão inclui a dosagem semanal de β-hCG após o esvaziamento uterino até que os níveis se tornem indetectáveis. Depois disso, as dosagens continuam mensalmente por 6 meses para detectar qualquer recidiva precoce. Além disso, a radiografia de tórax é recomendada logo após a evacuação para buscar metástases pulmonares, que são a forma mais frequente de disseminação.
Quanto à contracepção, o ideal é iniciar contraceptivos hormonais combinados imediatamente, pois evitam uma nova gravidez durante o período de monitoramento sem prejudicar os exames. Métodos de barreira são menos eficazes, e o DIU é contraindicado devido ao risco de sangramento e infecção no útero.
Analisando as alternativas, a que melhor corresponde ao protocolo aceito é a letra B: dosagem semanal de β-hCG até negativação, depois mensal por 6 meses, início imediato de contraceptivo hormonal combinado, e realização de radiografia de tórax na primeira consulta pós-evacuação.
O protocolo padrão inclui a dosagem semanal de β-hCG após o esvaziamento uterino até que os níveis se tornem indetectáveis. Depois disso, as dosagens continuam mensalmente por 6 meses para detectar qualquer recidiva precoce. Além disso, a radiografia de tórax é recomendada logo após a evacuação para buscar metástases pulmonares, que são a forma mais frequente de disseminação.
Quanto à contracepção, o ideal é iniciar contraceptivos hormonais combinados imediatamente, pois evitam uma nova gravidez durante o período de monitoramento sem prejudicar os exames. Métodos de barreira são menos eficazes, e o DIU é contraindicado devido ao risco de sangramento e infecção no útero.
Analisando as alternativas, a que melhor corresponde ao protocolo aceito é a letra B: dosagem semanal de β-hCG até negativação, depois mensal por 6 meses, início imediato de contraceptivo hormonal combinado, e realização de radiografia de tórax na primeira consulta pós-evacuação.