Equipe Gabarite
EQUIPE
21/09/2026 • 07:02
Vamos falar sobre a reanimação em gestantes. Isso é um tema muito importante porque o corpo da gestante tem algumas particularidades que exigem cuidados diferentes durante o suporte avançado de vida.
Primeiro, o deslocamento manual do útero para a esquerda a partir de 20 semanas é fundamental para evitar que o útero grávido comprima a veia cava inferior e a aorta, o que dificultaria o retorno venoso e o débito cardíaco. Então essa alternativa (a) está correta.
Em relação às compressões torácicas, apesar das alterações anatômicas por conta do útero aumentado, a recomendação é realizar as compressões no mesmo local e com a mesma profundidade que nos adultos não gestantes, mantendo a frequência entre 100 e 120 por minuto e profundidade de 5 a 6 cm, então a alternativa (b) também está correta.
Sobre a histerotomia perimortem, quando a gestante tem mais de 24 semanas e não há retorno da circulação espontânea após 4 minutos de reanimação, deve-se considerar essa intervenção até o 5º minuto para tentar melhorar a circulação tanto materna quanto fetal, preferencialmente no local do evento, o que torna a alternativa (c) correta.
Por fim, a desfibrilação deve ser realizada da forma padrão para adultos, ou seja, as pás do desfibrilador são posicionadas no apex e na base do coração (posições anterolateral ou anteroanterior), e não há mudança na posição simplesmente por causa da gestação. Portanto, a alternativa (d) está incorreta, pois diz que o posicionamento das pás é diferente na gestante, o que contraria as recomendações atuais.
Portanto, a alternativa incorreta é a (d).
Primeiro, o deslocamento manual do útero para a esquerda a partir de 20 semanas é fundamental para evitar que o útero grávido comprima a veia cava inferior e a aorta, o que dificultaria o retorno venoso e o débito cardíaco. Então essa alternativa (a) está correta.
Em relação às compressões torácicas, apesar das alterações anatômicas por conta do útero aumentado, a recomendação é realizar as compressões no mesmo local e com a mesma profundidade que nos adultos não gestantes, mantendo a frequência entre 100 e 120 por minuto e profundidade de 5 a 6 cm, então a alternativa (b) também está correta.
Sobre a histerotomia perimortem, quando a gestante tem mais de 24 semanas e não há retorno da circulação espontânea após 4 minutos de reanimação, deve-se considerar essa intervenção até o 5º minuto para tentar melhorar a circulação tanto materna quanto fetal, preferencialmente no local do evento, o que torna a alternativa (c) correta.
Por fim, a desfibrilação deve ser realizada da forma padrão para adultos, ou seja, as pás do desfibrilador são posicionadas no apex e na base do coração (posições anterolateral ou anteroanterior), e não há mudança na posição simplesmente por causa da gestação. Portanto, a alternativa (d) está incorreta, pois diz que o posicionamento das pás é diferente na gestante, o que contraria as recomendações atuais.
Portanto, a alternativa incorreta é a (d).