Camila Duarte
EQUIPE
21/09/2026 • 06:02
Vamos pensar nessa situação clínica que envolve a infecção pelo HPV, uma questão bastante frequente em ginecologia e saúde da mulher. A paciente tem exame de DNA-HPV oncogênico positivo para o tipo 56, que é um tipo de alto risco para desenvolver lesões precursoras do câncer do colo do útero. Além disso, a citologia reflexa mostrou células atípicas de significado indeterminado de origem indefinida, o que significa que não está claro se a alteração é benigna ou suspeita.
Quando o teste do HPV é positivo para tipos de alto risco, especialmente associados a citologia alterada, a recomendação padrão dos protocolos internacionais, como o colégio americano de ginecologistas, é encaminhar a paciente para colposcopia logo para avaliação mais detalhada do colo uterino, buscando visualizar e, se necessário, biopsiar áreas suspeitas. Apenas repetir o exame em 1 ou 5 anos, ou basear o seguimento só no DNA-HPV, não é recomendado porque há risco real de lesão que exige avaliação imediata.
Dessa forma, a conduta correta é encaminhar a paciente para colposcopia para investigação mais aprofundada. Isso permite garantir que possíveis lesões precursoras sejam diagnosticadas e tratadas precocemente, minimizando riscos futuros.
Quando o teste do HPV é positivo para tipos de alto risco, especialmente associados a citologia alterada, a recomendação padrão dos protocolos internacionais, como o colégio americano de ginecologistas, é encaminhar a paciente para colposcopia logo para avaliação mais detalhada do colo uterino, buscando visualizar e, se necessário, biopsiar áreas suspeitas. Apenas repetir o exame em 1 ou 5 anos, ou basear o seguimento só no DNA-HPV, não é recomendado porque há risco real de lesão que exige avaliação imediata.
Dessa forma, a conduta correta é encaminhar a paciente para colposcopia para investigação mais aprofundada. Isso permite garantir que possíveis lesões precursoras sejam diagnosticadas e tratadas precocemente, minimizando riscos futuros.