Marcos de Castro
EQUIPE
21/09/2026 • 06:02
Vamos analisar essa questão sobre gamopatia monoclonal de significado indeterminado (GMSI). Esse é um tema importante na hematologia, especialmente porque a GMSI pode ser um achado assintomático, mas que demanda acompanhamento para evitar progressão para doenças malignas, como o mieloma múltiplo.
Começando pela afirmativa I, ela traz os critérios clássicos para diagnóstico de GMSI: concentração da proteína monoclonal inferior a 3 g/dL, plasmócitos na medula óssea inferior a 10% e ausência dos chamados critérios CRAB (hipercalcemia, insuficiência renal, anemia, lesões ósseas). Essa afirmativa está correta.
A afirmativa II fala que o risco de progressão da GMSI para neoplasias linfoplasmocitárias é cerca de 1% ao ano e que esse risco se mantém estável ao longo do tempo. O risco de cerca de 1% ao ano está correto, assim como o fato de ser relativamente constante, então essa afirmativa também está correta.
A afirmativa III afirma que a IgG é o tipo mais comum de imunoglobulina monoclonal na GMSI, representando aproximadamente dois terços dos casos. Isso também condiz com o que se espera na prática clínica, sendo a IgG a mais frequente.
A afirmativa IV diz que, quando detectamos a proteína monoclonal em indivíduos assintomáticos, não é necessário estudo da medula óssea para avaliar se há doença plasmocitária. Este ponto está incorreto. Embora os pacientes sejam assintomáticos, a avaliação da medula óssea é fundamental para diferenciar GMSI de mieloma múltiplo u outras patologias, especialmente para quantificar a porcentagem de plasmócitos. Portanto, esta afirmativa é falsa.
Por fim, a afirmativa V diz que uma infiltração de plasmócitos inferior a 10% na medula óssea exclui o diagnóstico de mieloma múltiplo. Isso é falso, porque o mieloma múltiplo pode apresentar infiltração variada de plasmócitos, e outros critérios diagnósticos são levados em conta (lesões ósseas, anemia, insuficiência renal, entre outros). Portanto, não se pode excluir o diagnóstico de mieloma apenas pela baixa infiltração plasmocitária.
Resumindo, apenas as afirmativas I, II e III estão corretas. A resposta correta é a alternativa A.
Começando pela afirmativa I, ela traz os critérios clássicos para diagnóstico de GMSI: concentração da proteína monoclonal inferior a 3 g/dL, plasmócitos na medula óssea inferior a 10% e ausência dos chamados critérios CRAB (hipercalcemia, insuficiência renal, anemia, lesões ósseas). Essa afirmativa está correta.
A afirmativa II fala que o risco de progressão da GMSI para neoplasias linfoplasmocitárias é cerca de 1% ao ano e que esse risco se mantém estável ao longo do tempo. O risco de cerca de 1% ao ano está correto, assim como o fato de ser relativamente constante, então essa afirmativa também está correta.
A afirmativa III afirma que a IgG é o tipo mais comum de imunoglobulina monoclonal na GMSI, representando aproximadamente dois terços dos casos. Isso também condiz com o que se espera na prática clínica, sendo a IgG a mais frequente.
A afirmativa IV diz que, quando detectamos a proteína monoclonal em indivíduos assintomáticos, não é necessário estudo da medula óssea para avaliar se há doença plasmocitária. Este ponto está incorreto. Embora os pacientes sejam assintomáticos, a avaliação da medula óssea é fundamental para diferenciar GMSI de mieloma múltiplo u outras patologias, especialmente para quantificar a porcentagem de plasmócitos. Portanto, esta afirmativa é falsa.
Por fim, a afirmativa V diz que uma infiltração de plasmócitos inferior a 10% na medula óssea exclui o diagnóstico de mieloma múltiplo. Isso é falso, porque o mieloma múltiplo pode apresentar infiltração variada de plasmócitos, e outros critérios diagnósticos são levados em conta (lesões ósseas, anemia, insuficiência renal, entre outros). Portanto, não se pode excluir o diagnóstico de mieloma apenas pela baixa infiltração plasmocitária.
Resumindo, apenas as afirmativas I, II e III estão corretas. A resposta correta é a alternativa A.