Matheus Fernandes
EQUIPE
21/09/2026 • 06:02
Vamos analisar essa questão que aborda a leucemia mieloide crônica (LMC) e a fase crônica da doença, sobretudo em comparação com uma reação leucemoide.
Para começar, é importante entender um pouco sobre a LMC. Ela é uma doença mieloproliferativa caracterizada pela presença do cromossomo Filadélfia, que é uma translocação genética específica e serve como um marcador diagnóstico. A fase crônica da LMC é geralmente assintomática ou cursa com sintomas leves, mas apresenta leucocitose elevada persistente, com neutrofilia e diferentes estágios de maturação celular, incluindo formas jovens (desvio à esquerda), além de basofilia.
Agora, comparando com uma reação leucemoide: essa é uma resposta exagerada do organismo a um estímulo, como uma infecção grave, que também pode apresentar leucocitose com desvio à esquerda, mas ela geralmente não tem a basofilia persistente nem as alterações citogenéticas específicas da LMC (como o cromossomo Filadélfia).
Vamos às alternativas:
Alternativa a) Fala em ausência de esplenomegalia e resolução espontânea da leucocitose, o que na LMC não ocorre, pois a esplenomegalia é comum na fase crônica e a leucocitose não se resolve espontaneamente sem tratamento específico.
Alternativa b) Aponta basofilia persistente e presença de formas mieloides em diferentes estágios, o que é realmente característico da fase crônica da LMC e ajuda na diferenciação da reação leucemoide.
Alternativa c) Diz respeito à fosfatase alcalina leucocitária, que está diminuída na LMC, ao contrário do que indicaria aumento.
Alternativa d) Predomínio de blastos acima de 20% indica fase acelerada ou crise blástica, não a fase crônica.
Portanto, a alternativa mais correta que representa um achado característico da fase crônica da LMC, distinguindo-a da reação leucemoide, é a alternativa b).
Para começar, é importante entender um pouco sobre a LMC. Ela é uma doença mieloproliferativa caracterizada pela presença do cromossomo Filadélfia, que é uma translocação genética específica e serve como um marcador diagnóstico. A fase crônica da LMC é geralmente assintomática ou cursa com sintomas leves, mas apresenta leucocitose elevada persistente, com neutrofilia e diferentes estágios de maturação celular, incluindo formas jovens (desvio à esquerda), além de basofilia.
Agora, comparando com uma reação leucemoide: essa é uma resposta exagerada do organismo a um estímulo, como uma infecção grave, que também pode apresentar leucocitose com desvio à esquerda, mas ela geralmente não tem a basofilia persistente nem as alterações citogenéticas específicas da LMC (como o cromossomo Filadélfia).
Vamos às alternativas:
Alternativa a) Fala em ausência de esplenomegalia e resolução espontânea da leucocitose, o que na LMC não ocorre, pois a esplenomegalia é comum na fase crônica e a leucocitose não se resolve espontaneamente sem tratamento específico.
Alternativa b) Aponta basofilia persistente e presença de formas mieloides em diferentes estágios, o que é realmente característico da fase crônica da LMC e ajuda na diferenciação da reação leucemoide.
Alternativa c) Diz respeito à fosfatase alcalina leucocitária, que está diminuída na LMC, ao contrário do que indicaria aumento.
Alternativa d) Predomínio de blastos acima de 20% indica fase acelerada ou crise blástica, não a fase crônica.
Portanto, a alternativa mais correta que representa um achado característico da fase crônica da LMC, distinguindo-a da reação leucemoide, é a alternativa b).