Camila Duarte
EQUIPE
21/09/2026 • 03:02
Essa questão aborda o manejo do Diabetes Mellitus tipo 2 em pacientes com insuficiência cardíaca, conforme as diretrizes da American Diabetes Association e da Sociedade Brasileira de Diabetes. Um ponto essencial é que, independentemente da HbA1c ou do uso prévio de metformina, as comorbidades devem ser consideradas para a escolha da terapia.
Os inibidores de SGLT2 são amplamente recomendados para pacientes com insuficiência cardíaca, pois estudos mostram que eles reduzem o risco de piora da insuficiência cardíaca e até a mortalidade cardiovascular (alternativa a e b corretas). Também se sabe que os iSGLT2 podem ser usados em pacientes com insuficiência cardíaca, independentemente da fração de ejeção reduzida ou preservada.
Já a alternativa c está correta ao mencionar a recomendação de evitar o início dos iSGLT2 em pacientes com TFGe menor que 20 mL/min/1,73m², pois, segundo a bula dos medicamentos, nesses casos o uso é contraindicado, apesar de haver evidências clínicas recentes apontando benefícios renais.
Por fim, a alternativa d é incorreta porque, embora os agonistas do receptor de GLP-1 tenham benefícios cardiovasculares, eles não são a primeira linha preferencial para a redução de hospitalização por insuficiência cardíaca. Esta indicação é dos iSGLT2, que têm efeito comprovado especificamente nessa redução. Portanto, a alternativa incorreta é a d.
Os inibidores de SGLT2 são amplamente recomendados para pacientes com insuficiência cardíaca, pois estudos mostram que eles reduzem o risco de piora da insuficiência cardíaca e até a mortalidade cardiovascular (alternativa a e b corretas). Também se sabe que os iSGLT2 podem ser usados em pacientes com insuficiência cardíaca, independentemente da fração de ejeção reduzida ou preservada.
Já a alternativa c está correta ao mencionar a recomendação de evitar o início dos iSGLT2 em pacientes com TFGe menor que 20 mL/min/1,73m², pois, segundo a bula dos medicamentos, nesses casos o uso é contraindicado, apesar de haver evidências clínicas recentes apontando benefícios renais.
Por fim, a alternativa d é incorreta porque, embora os agonistas do receptor de GLP-1 tenham benefícios cardiovasculares, eles não são a primeira linha preferencial para a redução de hospitalização por insuficiência cardíaca. Esta indicação é dos iSGLT2, que têm efeito comprovado especificamente nessa redução. Portanto, a alternativa incorreta é a d.