Equipe Gabarite
EQUIPE
21/09/2026 • 03:02
Vamos falar sobre um tema muito relevante no manejo da Doença Hepática Crônica Avançada Compensada, que são as varizes esofágicas e a necessidade ou não de fazer uma endoscopia digestiva alta (EDA) para rastreamento. Tradicionalmente, para detectar varizes de risco, o padrão ouro sempre foi a endoscopia. No entanto, ela é invasiva, desconfortável e tem custo-efetividade nem sempre ideal.
O consenso de Baveno VII, publicado em 2022, trouxe avanços importantes nesse cenário ao propor critérios não invasivos para identificar pacientes com baixo risco de varizes de alto risco, permitindo evitar a realização da EDA nesses casos. Esse critério combina o valor da contagem de plaquetas no sangue com o resultado da elastografia hepática, que é um exame por imagem que mede a rigidez do fígado e, indiretamente, a fibrose e a presença de hipertensão portal.
Especificamente, o critério combinado que permite dispensar a endoscopia é: plaquetas acima de 150.000 por mm³ e elastografia hepática abaixo de 20 kPa. Se esses dois valores estiverem nessa faixa, o risco de varizes de alto risco é baixo, e a EDA pode ser evitada com segurança.
Analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente a esses valores é a opção B, que apresenta plaquetas > 150.000/mm³ e elastografia hepática < 20 kPa, conforme consenso de Baveno VII.
O consenso de Baveno VII, publicado em 2022, trouxe avanços importantes nesse cenário ao propor critérios não invasivos para identificar pacientes com baixo risco de varizes de alto risco, permitindo evitar a realização da EDA nesses casos. Esse critério combina o valor da contagem de plaquetas no sangue com o resultado da elastografia hepática, que é um exame por imagem que mede a rigidez do fígado e, indiretamente, a fibrose e a presença de hipertensão portal.
Especificamente, o critério combinado que permite dispensar a endoscopia é: plaquetas acima de 150.000 por mm³ e elastografia hepática abaixo de 20 kPa. Se esses dois valores estiverem nessa faixa, o risco de varizes de alto risco é baixo, e a EDA pode ser evitada com segurança.
Analisando as alternativas, a única que corresponde exatamente a esses valores é a opção B, que apresenta plaquetas > 150.000/mm³ e elastografia hepática < 20 kPa, conforme consenso de Baveno VII.