Camila Duarte
EQUIPE
21/09/2026 • 02:01
Vamos conversar sobre as recomendações atuais para o controle da hipertensão arterial, que são fundamentais para a prevenção de eventos cardiovasculares graves. As diretrizes atuais, como a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC 2025) e as orientações europeias (ESC Guidelines), enfatizam metas específicas para a pressão arterial, especialmente para pacientes adultos entre 18 e 65 anos com alto risco cardiovascular.
Primeiro, a meta inicial geralmente é diminuir a pressão arterial para valores abaixo de 140/90 mmHg e, se o paciente tolerar bem, buscar níveis mais rigorosos, abaixo de 130/80 mmHg. Isso é refletido nas opções a e b. A recomendação para manter a pressão sistólica entre 120-129 mmHg também está alinhada com essas diretrizes para pacientes nessa faixa etária e condições.
Sobre o tratamento, em pacientes com hipertensão estágio 2 ou 3, as recomendações atuais costumam indicar a terapia combinada inicial, pois isso proporciona melhor controle e evita os riscos de hipotensão súbita, que seriam mais comuns com monoterapia isolada. Assim, a alternativa c, que diz que a monoterapia inicial é preferencial nesses casos, não condiz com as orientações atuais.
Finalmente, a associação de bloqueadores do sistema renina-angiotensina (IECA ou BRA) com bloqueadores dos canais de cálcio ou diuréticos é, de fato, a estratégia recomendada para tratar hipertensos de alto risco, reforçando que a alternativa d está correta.
Portanto, a alternativa que não condiz com as recomendações atuais, ou seja, aquela que está errada, é a letra c.
Primeiro, a meta inicial geralmente é diminuir a pressão arterial para valores abaixo de 140/90 mmHg e, se o paciente tolerar bem, buscar níveis mais rigorosos, abaixo de 130/80 mmHg. Isso é refletido nas opções a e b. A recomendação para manter a pressão sistólica entre 120-129 mmHg também está alinhada com essas diretrizes para pacientes nessa faixa etária e condições.
Sobre o tratamento, em pacientes com hipertensão estágio 2 ou 3, as recomendações atuais costumam indicar a terapia combinada inicial, pois isso proporciona melhor controle e evita os riscos de hipotensão súbita, que seriam mais comuns com monoterapia isolada. Assim, a alternativa c, que diz que a monoterapia inicial é preferencial nesses casos, não condiz com as orientações atuais.
Finalmente, a associação de bloqueadores do sistema renina-angiotensina (IECA ou BRA) com bloqueadores dos canais de cálcio ou diuréticos é, de fato, a estratégia recomendada para tratar hipertensos de alto risco, reforçando que a alternativa d está correta.
Portanto, a alternativa que não condiz com as recomendações atuais, ou seja, aquela que está errada, é a letra c.