Ingrid Nunes
EQUIPE
21/09/2026 • 02:01
Vamos falar sobre embolia pulmonar (TEP), uma condição que pode causar dispneia súbita e dor torácica pleurítica, típicos sinais que o paciente deste caso apresenta. A probabilidade clínica pode ser avaliada por escores como o Wells, que ajuda a decidir quais exames solicitar para confirmar ou excluir o diagnóstico. Aqui, o paciente tem um escore de Wells de 4,5, o que indica uma probabilidade clínica intermediária para TEP.
Em pacientes com probabilidade intermediária, a abordagem inicial mais adequada é solicitar o D-dímero, que é um exame laboratorial com alto valor preditivo negativo. Se o D-dímero for negativo, TEP pode ser excluída sem necessidade de exames adicionais. Se for positivo, indica a necessidade de exames de imagem, como a angiotomografia de tórax (Angio-TC), para confirmar o diagnóstico. Portanto, a conduta não é pular para uma angiotomografia sem antes avaliar o D-dímero, nem iniciar anticoagulação empírica sem confirmação, a menos que o paciente esteja instável. Cintilografia V/Q é um exame alternativo, mas não é necessariamente o exame inicial obrigatório para todos os pacientes com probabilidade intermediária.
Dessa forma, a conduta correta e mais apropriada é a da alternativa B: solicitar a dosagem do D-dímero de alta sensibilidade e, se negativo, descartar TEP clinicamente sem a necessidade de imagem.
Em pacientes com probabilidade intermediária, a abordagem inicial mais adequada é solicitar o D-dímero, que é um exame laboratorial com alto valor preditivo negativo. Se o D-dímero for negativo, TEP pode ser excluída sem necessidade de exames adicionais. Se for positivo, indica a necessidade de exames de imagem, como a angiotomografia de tórax (Angio-TC), para confirmar o diagnóstico. Portanto, a conduta não é pular para uma angiotomografia sem antes avaliar o D-dímero, nem iniciar anticoagulação empírica sem confirmação, a menos que o paciente esteja instável. Cintilografia V/Q é um exame alternativo, mas não é necessariamente o exame inicial obrigatório para todos os pacientes com probabilidade intermediária.
Dessa forma, a conduta correta e mais apropriada é a da alternativa B: solicitar a dosagem do D-dímero de alta sensibilidade e, se negativo, descartar TEP clinicamente sem a necessidade de imagem.