Equipe Gabarite
EQUIPE
21/09/2026 • 02:01
Essa questão aborda um tema muito importante no manejo da dengue: os sinais de alarme. Esses sinais são indicativos de que o paciente está entrando em uma fase mais grave da doença, com aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos, o que pode levar ao extravasamento de plasma, choque e outras complicações. É fundamental que os profissionais de saúde estejam atentos a esses sinais para evitar desfechos graves.
Os sinais de alarme clássicos incluem dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, e sintomas relacionados à instabilidade hemodinâmica, como hipotensão postural ou lipotímia (sensação de desmaio). Estes indicam que o paciente pode estar evoluindo para a fase crítica da dengue, com risco de choque.
Por outro lado, o exantema maculopapular pruriginoso, que é uma erupção cutânea com coceira, geralmente ocorre na fase inicial ou afebril da dengue e não é considerado um sinal de alarme grave. Portanto, a alternativa que não apresenta um sinal de alarme clássico é o exantema maculopapular pruriginoso.
Os sinais de alarme clássicos incluem dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, e sintomas relacionados à instabilidade hemodinâmica, como hipotensão postural ou lipotímia (sensação de desmaio). Estes indicam que o paciente pode estar evoluindo para a fase crítica da dengue, com risco de choque.
Por outro lado, o exantema maculopapular pruriginoso, que é uma erupção cutânea com coceira, geralmente ocorre na fase inicial ou afebril da dengue e não é considerado um sinal de alarme grave. Portanto, a alternativa que não apresenta um sinal de alarme clássico é o exantema maculopapular pruriginoso.