David Castilho
EQUIPE
21/09/2026 • 00:01
Vamos analisar o caso apresentado, começando pelos sintomas relatados. O menino tem 8 anos, com dificuldade para terminar tarefas, esquecer materiais, parecer não ouvir, e desorganização. Esses sintomas são compatíveis com desatenção, característica do TDAH na apresentação desatenta. Por outro lado, ele é calmo, sem hiperatividade, o que reforça a possível apresentação predominantemente desatenta do TDAH.
Entretanto, o histórico prévio revela muito mais. Entre os 3 e 4 anos, ele já apresentava interesses restritos, com foco intenso por dinossauros, forte desconforto a mudanças de rotina, um padrão muito característico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Atualmente, mantém interesses restritos, dificuldade em conversas recíprocas, poucos amigos, prefere brincar sozinho e contato visual inconsistente, que também são sinais muito compatíveis com TEA nível 1 (antes chamado autismo leve).
No desempenho escolar, nota-se excelente desempenho em matemática (área onde indivíduos com TEA podem se destacar), redações desorganizadas e dificuldade em trabalhos em grupo, que reforçam o prejuízo nas interações sociais e comunicação, típicos do TEA. A combinação desses sintomas sugere uma manifestação mais ampla do que apenas o TDAH desatento.
Com base nisso, a hipótese de comorbidade entre TDAH desatento e TEA é plausível, pois o quadro mostra sinais claros de ambos os transtornos, não explicados apenas por uma condição isolada.
Portanto, a alternativa que melhor explica o quadro é a letra c), comorbidade entre TDAH apresentação desatenta e TEA.
Entretanto, o histórico prévio revela muito mais. Entre os 3 e 4 anos, ele já apresentava interesses restritos, com foco intenso por dinossauros, forte desconforto a mudanças de rotina, um padrão muito característico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Atualmente, mantém interesses restritos, dificuldade em conversas recíprocas, poucos amigos, prefere brincar sozinho e contato visual inconsistente, que também são sinais muito compatíveis com TEA nível 1 (antes chamado autismo leve).
No desempenho escolar, nota-se excelente desempenho em matemática (área onde indivíduos com TEA podem se destacar), redações desorganizadas e dificuldade em trabalhos em grupo, que reforçam o prejuízo nas interações sociais e comunicação, típicos do TEA. A combinação desses sintomas sugere uma manifestação mais ampla do que apenas o TDAH desatento.
Com base nisso, a hipótese de comorbidade entre TDAH desatento e TEA é plausível, pois o quadro mostra sinais claros de ambos os transtornos, não explicados apenas por uma condição isolada.
Portanto, a alternativa que melhor explica o quadro é a letra c), comorbidade entre TDAH apresentação desatenta e TEA.