Camila Duarte
EQUIPE
21/09/2026 • 00:01
Vamos falar sobre o prurido associado às cicatrizes, um assunto que envolve a interação entre processos inflamatórios, regeneração nervosa e mediadores químicos. Durante a cicatrização, especialmente em cicatrizes imaturas ou anormais, o prurido pode ser persistente e está relacionado a mudanças na inervação e na liberação de substâncias químicas na pele.
Primeiramente, a ativação exagerada de mastócitos e a liberação de histamina (como citado na alternativa 'a') são comuns em várias formas de prurido, mas no caso das cicatrizes, especificamente, o prurido não se deve exclusivamente a isso, e os anti-histamínicos não são sempre eficazes ou primeira linha. A alternativa 'b' menciona fibras A-delta que são mielinizadas e mais associadas à dor do que ao prurido, além de não serem típicas no prurido de cicatrizes.
Já a alternativa 'c' destaca que o prurido na cicatrização está relacionado à presença desproporcional de fibras nervosas C, que são finas, amielínicas ou finamente mielinizadas, e que essa regeneração neural anormal leva à amplificação do prurido. Além disso, mediadores químicos como cininas e prostaglandinas contribuem para essa sensação, o que condiz com o que a literatura descreve como mecanismo fundamental do prurido em cicatrizes.
Por fim, na alternativa 'd' é dito que o prurido diminui rapidamente em queloides pela escassez de fibras nervosas, o que não é correto, pois queloides costumam manter prurido persistente, e a crioterapia não é o tratamento de escolha principal para controle de prurido nestes casos.
Portanto, a alternativa que melhor descreve o mecanismo fisiopatológico particular do prurido em cicatrizes anormais é a alternativa 'c'.
Primeiramente, a ativação exagerada de mastócitos e a liberação de histamina (como citado na alternativa 'a') são comuns em várias formas de prurido, mas no caso das cicatrizes, especificamente, o prurido não se deve exclusivamente a isso, e os anti-histamínicos não são sempre eficazes ou primeira linha. A alternativa 'b' menciona fibras A-delta que são mielinizadas e mais associadas à dor do que ao prurido, além de não serem típicas no prurido de cicatrizes.
Já a alternativa 'c' destaca que o prurido na cicatrização está relacionado à presença desproporcional de fibras nervosas C, que são finas, amielínicas ou finamente mielinizadas, e que essa regeneração neural anormal leva à amplificação do prurido. Além disso, mediadores químicos como cininas e prostaglandinas contribuem para essa sensação, o que condiz com o que a literatura descreve como mecanismo fundamental do prurido em cicatrizes.
Por fim, na alternativa 'd' é dito que o prurido diminui rapidamente em queloides pela escassez de fibras nervosas, o que não é correto, pois queloides costumam manter prurido persistente, e a crioterapia não é o tratamento de escolha principal para controle de prurido nestes casos.
Portanto, a alternativa que melhor descreve o mecanismo fisiopatológico particular do prurido em cicatrizes anormais é a alternativa 'c'.