Camila Duarte
EQUIPE
20/09/2026 • 23:02
Aqui vamos falar sobre tuberculose e resistência medicamentosa, que é um tema super importante no controle da doença. A questão traz um caso de tuberculose pulmonar com resistência confirmada à rifampicina e estreptomicina, mas sensibilidade mantida a outros medicamentos. Segundo o Manual do Ministério da Saúde, a resistência à rifampicina classifica esse caso como resistente, e o esquema terapêutico inicial deve ser adequado para tratar essa resistência, com fármacos de segunda linha e evitar isoniazida isolada, já que o foco é superar a resistência garantido eficácia.
O esquema recomendado para resistência à rifampicina inclui geralmente medicamentos como capreomicina, levofloxacino, terizidona, etambutol e pirazinamida durante a fase intensiva, e na fase de continuação, um esquema reduzido também com esses medicamentos, sempre evitando isoniazida isoladamente porque é um medicamento de primeira linha e pode não ser eficaz sozinho nesse caso. A presença da capreomicina, um medicamento injetável da segunda linha, é comum nesses esquemas.
Analisando as alternativas, a única que contempla o uso da capreomicina (Cm), levofloxacino (Lfx), etambutol (E) e pirazinamida (Z) na fase intensiva e um esquema sem a inclusão de isoniazida isolada após, é a alternativa d), que propõe 2 meses com Cm, H, Lfx, E, Z e 10 meses com H, Lfx, E, Z. Apesar de incluir H (isoniazida), que em resistência à rifampicina pode ser questionada, as demais alternativas apresentam esquemas não recomendados ou muito inconsistentes, já que usam isoniazida em continuidade sem outros medicamentos de segunda linha fortes e não incluem a capreomicina com os demais fármacos como na prática clínica recomendada.
Portanto, pela análise, a resposta certa e que melhor se encaixa nas recomendações do Ministério da Saúde para casos com resistência à rifampicina é a alternativa d).
O esquema recomendado para resistência à rifampicina inclui geralmente medicamentos como capreomicina, levofloxacino, terizidona, etambutol e pirazinamida durante a fase intensiva, e na fase de continuação, um esquema reduzido também com esses medicamentos, sempre evitando isoniazida isoladamente porque é um medicamento de primeira linha e pode não ser eficaz sozinho nesse caso. A presença da capreomicina, um medicamento injetável da segunda linha, é comum nesses esquemas.
Analisando as alternativas, a única que contempla o uso da capreomicina (Cm), levofloxacino (Lfx), etambutol (E) e pirazinamida (Z) na fase intensiva e um esquema sem a inclusão de isoniazida isolada após, é a alternativa d), que propõe 2 meses com Cm, H, Lfx, E, Z e 10 meses com H, Lfx, E, Z. Apesar de incluir H (isoniazida), que em resistência à rifampicina pode ser questionada, as demais alternativas apresentam esquemas não recomendados ou muito inconsistentes, já que usam isoniazida em continuidade sem outros medicamentos de segunda linha fortes e não incluem a capreomicina com os demais fármacos como na prática clínica recomendada.
Portanto, pela análise, a resposta certa e que melhor se encaixa nas recomendações do Ministério da Saúde para casos com resistência à rifampicina é a alternativa d).