David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 23:02
Vamos falar um pouco sobre o calendário nacional de vacinação, que é fundamental para a prevenção de várias doenças e é atualizado constantemente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Essa questão aborda vacinas importantes da rotina da Atenção Primária à Saúde (APS).
A vacina BCG, por exemplo, destina-se à prevenção das formas graves de tuberculose e usualmente é aplicada logo após o nascimento. Porém, sua revacinação rotineira na ausência de cicatriz não é recomendada na rotina atual, pois estudos mostram que a revacinação sistemática não aumenta a proteção significativamente.
A vacina contra hepatite B deve ser aplicada preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, o que é importante para a prevenção da transmissão vertical (da mãe para o filho). O uso desta vacina até os 2 meses não é a janela ideal para a dose inicial.
Sobre a vacina contra rotavírus, que previne gastroenterite grave, há orientação para não repetir a dose caso a criança regurgite ou vomite após a administração, já que a absorção pode ter ocorrido.
Quanto à vacinação contra a COVID-19, para idosos a recomendação atual (com base no calendário recente) é a aplicação de doses periódicas de reforço, respeitando intervalos, que geralmente são de pelo menos seis meses.
Por fim, a alternativa (d) traz informações que estão todas corretas e alinhadas com as orientações vigentes do PNI para 2025. As demais alternativas apresentam incorreções nos esquemas das vacinas mencionadas, como revacinação da BCG, doses da pneumocócica 10-valente, intervalo e indicações da COVID-19, e outras.
Portanto, a opção correta é a letra d.
A vacina BCG, por exemplo, destina-se à prevenção das formas graves de tuberculose e usualmente é aplicada logo após o nascimento. Porém, sua revacinação rotineira na ausência de cicatriz não é recomendada na rotina atual, pois estudos mostram que a revacinação sistemática não aumenta a proteção significativamente.
A vacina contra hepatite B deve ser aplicada preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, o que é importante para a prevenção da transmissão vertical (da mãe para o filho). O uso desta vacina até os 2 meses não é a janela ideal para a dose inicial.
Sobre a vacina contra rotavírus, que previne gastroenterite grave, há orientação para não repetir a dose caso a criança regurgite ou vomite após a administração, já que a absorção pode ter ocorrido.
Quanto à vacinação contra a COVID-19, para idosos a recomendação atual (com base no calendário recente) é a aplicação de doses periódicas de reforço, respeitando intervalos, que geralmente são de pelo menos seis meses.
Por fim, a alternativa (d) traz informações que estão todas corretas e alinhadas com as orientações vigentes do PNI para 2025. As demais alternativas apresentam incorreções nos esquemas das vacinas mencionadas, como revacinação da BCG, doses da pneumocócica 10-valente, intervalo e indicações da COVID-19, e outras.
Portanto, a opção correta é a letra d.