David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 22:01
Vamos falar sobre um tema bastante importante na área da saúde: o manejo das crises hipertensivas. Crise hipertensiva é uma situação em que a pressão arterial está muito elevada e pode ou não estar associada a lesão de órgãos importantes, como o cérebro, coração ou pulmão.
Na emergência hipertensiva, ocorre lesão aguda de órgão-alvo, como encefalopatia hipertensiva ou edema agudo de pulmão. Nesses casos, o tratamento deve ser feito em ambiente hospitalar, com medicamentos endovenosos, para controlar a pressão arterial de forma rápida e segura. Portanto, alternativa 'a' está errada porque o edema agudo de pulmão associado à PA muito elevada precisa de manejo hospitalar, não só ambulatorial com remédios via oral.
A alternativa 'b' também não está correta porque não é qualquer elevação acima de 160 mmHg que configura emergência hipertensiva, e nem sempre há necessidade de internação para medicamentos endovenosos. É preciso avaliar a presença ou ausência de lesão orgânica.
A alternativa 'c' também é errada, pois a crise hipertensiva com lesão de órgão-alvo não pode ser tratada ambulatorialmente com redução rápida via oral; isso pode ser perigoso.
Já a alternativa 'd' descreve corretamente a urgência hipertensiva: quando não há lesão aguda de órgão-alvo, pode-se reduzir a pressão arterial lentamente nas primeiras 24–48 horas, com ajuste da medicação oral e acompanhamento ambulatorial.
Portanto, a alternativa correta é a letra 'd'.
Na emergência hipertensiva, ocorre lesão aguda de órgão-alvo, como encefalopatia hipertensiva ou edema agudo de pulmão. Nesses casos, o tratamento deve ser feito em ambiente hospitalar, com medicamentos endovenosos, para controlar a pressão arterial de forma rápida e segura. Portanto, alternativa 'a' está errada porque o edema agudo de pulmão associado à PA muito elevada precisa de manejo hospitalar, não só ambulatorial com remédios via oral.
A alternativa 'b' também não está correta porque não é qualquer elevação acima de 160 mmHg que configura emergência hipertensiva, e nem sempre há necessidade de internação para medicamentos endovenosos. É preciso avaliar a presença ou ausência de lesão orgânica.
A alternativa 'c' também é errada, pois a crise hipertensiva com lesão de órgão-alvo não pode ser tratada ambulatorialmente com redução rápida via oral; isso pode ser perigoso.
Já a alternativa 'd' descreve corretamente a urgência hipertensiva: quando não há lesão aguda de órgão-alvo, pode-se reduzir a pressão arterial lentamente nas primeiras 24–48 horas, com ajuste da medicação oral e acompanhamento ambulatorial.
Portanto, a alternativa correta é a letra 'd'.