Mulher de 41 anos, com dor crônica no tornozelo após entorses repetidas. A to...

Mulher de 41 anos, com dor crônica no tornozelo após entorses repetidas. A tomografia do tornozelo mostra: Defeito osteocondral na face medial do domo do tálus; Área de esclerose subcondral; Pequen...


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Mulher de 41 anos, com dor crônica no tornozelo após entorses repetidas. A tomografia do tornozelo mostra: Defeito osteocondral na face medial do domo do tálus; Área de esclerose subcondral; Pequeno cisto subcondral; Superfície articular relativamente preservada. Qual é o diagnóstico mais provável?
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    20/09/2026 • 22:01
    Vamos conversar sobre lesões no tornozelo, especialmente aquelas ligadas ao tálus, que é um osso superimportante para o movimento do pé e do tornozelo. Quando uma pessoa tem dor crônica após entorses repetidos, o médico deve pensar em lesões que afetam a estrutura óssea e a cartilagem da articulação.

    No caso descrito, a tomografia mostra um defeito osteocondral na face medial do domo do tálus, área de esclerose subcondral, pequeno cisto subcondral, e a superfície articular está relativamente preservada. Isso aponta para uma alteração que envolve tanto o osso subjacente (subcondral) quanto a cartilagem, mas sem uma destruição avançada da articulação.

    Fratura aguda do tálus (alternativa a) geralmente apresenta sintomas recentes, e a lesão seria visível como uma linha de fratura clara, não um defeito com esclerose e cisto. Osteonecrose do tálus (b) geralmente causa colapsos ósseos mais extensos e perda da superfície articular, o que não está descrito aqui. Artrose tibiotalar avançada (d) caracterizaria grande destruição e irregularidades nas superfícies articulares, o que também não se encaixa no quadro.

    Já a lesão osteocondral do tálus (c) é um diagnóstico clássico para casos de dor crônica pós-entorse, e o defeito osteocondral, esclerose e cisto subcondral são achados compatíveis com esta condição. Por isso, a alternativa correta é a letra c.
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